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Publicado em 28 de jan de 2016. O novo boletim divulgado nesta quarta-feira (27) aponta também que 270 casos já tiveram confirmação de microcefalia, sendo que 6 com relação ao vírus Zika. Outros 462 casos notificados já foram descartados. Ao todo, 4.180 casos suspeitos de microcefalia foram registrados até 23 de janeiro.

Regulamento para novo peticionamento eletrônico para importação está em análise na Anvisa

O peticionamento eletrônico para importação de bens e produtos de controle sanitário terá um novo sistema: o Visão Integrada, ou Vicomex. A ideia é integrar o sistema da Anvisa, o Datavisa, ao Vicomex, que é vinculado ao Portal Siscomex.

Com isso, petições de importação da Anvisa seriam disponibilizadas em um sistema único, integrado também aos outros órgãos públicos relacionados ao comércio exterior. As regras para este novo tipo de peticionamento estão em fase de elaboração pela Agência. A proposta de Resolução está em tramitação na Casa, em regime especial.

O Visão Integrada foi desenvolvido com intuito de prover uma plataforma única que permite aos importadores a submissão eletrônica de documentos de uma só vez para todos os órgãos de fiscalização.

Este sistema será integrado ao Datavisa permitindo ao importador submeter os documentos referentes a uma importação e em um mesmo ambiente gerar as petições para a Anvisa.

O sistema foi desenvolvido em uma parceria entre a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e a Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) do Ministério da Fazenda.  Já a integração do Vicomex com o Datavisa foi desenvolvida com a participação da Anvisa, Serpro e Secex.


Para o Secretário de Comércio Exterior, Daniel Godinho, a integração do Datavisa ao Vicomex representa mais um passo na simplificação de processos que vem sendo viabilizada pelo Portal Único de Comércio Exterior, com a eliminação da necessidade de apresentação de documentos em papel para concessão de anuências por parte da Anvisa. O secretário ainda afirmou que “o processo mostra o engajamento da Anvisa e do governo brasileiro como um todo em torno da facilitação de comércio no Brasil”.

Departamento HIV/ AIDS lança edital para seleção para realização de eventos

O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais lança edital para seleção de Organizações da Sociedade Civil (OSC) para realização de eventos relacionados às DST/HIV/aids e hepatites virais.

Os contratos serão executados em parceria com as OSC para realização de eventos de abrangência regional ou nacional relacionados diretamente à prevenção de DST e/ou HIV/aids e/ou hepatites virais, dirigidos prioritariamente às populações em contexto de maior vulnerabilidade.

Também deverão ser contemplados eventos que promovam ações de prevenção das DST/HIV/aids e hepatites virais e que estimulem o diagnósticos precoce para o HIV, sífilis e hepatites virais, contribuindo para a promoção à saúde durante as comemorações do orgulho LGBT.

O valor máximo para cada projeto será de até:
Eventos Nacionais com foco na temática DST e/ou HIV/aids e/ou hepatites virais: até R$ 100.000,00
Eventos Regionais com foco na temática DST e/ou HIV/aids e/ou hepatites virais: até R$ 70.000,00
Eventos com ações de promoção da saúde durante as comemorações do orgulho LGBT: até R$ 30.000,00

A data limite para o envio de propostas vai até o dia 24/03/2016.

Veja o edital aqui

Fonte: Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais

Casos suspeitos chegam a 4.107 em todo o país

Boletim divulgado nesta terça-feira (23) aponta também 950 notificações descartadas e 583 confirmadas para microcefalia e outras alterações do sistema nervoso

Os casos suspeitos de microcefalia em investigação pelo Ministério da Saúde e os estados chegam a 4.107 em todo o país. Os números fazem parte do Informe Epidemiológico de Microcefalia, divulgado nesta terça-feira (23). O boletim aponta, ainda, que 950 notificações já foram descartadas e 583 confirmadas para microcefalia e outras alterações do sistema nervoso, sugestivos de infecção congênita.

Os 583 casos confirmados ocorreram em 235 municípios, localizados em 16 unidades da federação: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Rondônia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Goiás, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Já os 950 casos foram descartados por apresentarem exames normais, ou apresentarem microcefalias e/ou alterações no sistema nervoso central por causas não infeciosas.

Cabe esclarecer que o Ministério da Saúde está investigando todos os casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso central, informados pelos estados e a possível relação com o vírus Zika e outras infecções congênitas. A microcefalia pode ter como causa diversos agentes infecciosos além do Zika, como Sífilis, Toxoplasmose, Outros Agentes Infecciosos, Rubéola, Citomegalovírus e Herpes Viral.

Os 4.107 casos em investigação representam 72,8% do total acumulado de 5.640 casos notificados desde o início das investigações em 22 de outubro de 2015 até 20 de fevereiro de 2016. O total notificado está distribuído em 1.101 municípios de 25 unidades da federação. Amapá e Amazonas são os únicos estados da federação que não tem nenhum registro de casos.

Ao todo, foram notificados 120 óbitos por microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central após o parto (natimorto) ou durante a gestação (abortamento ou natimorto). Destes, 30 foram confirmados para microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central. Outros 80 continuam em investigação e 10 já foram descartados.

Do total de confirmados, 67 foram notificados por critério laboratorial específico para o vírus Zika. No entanto, o Ministério da Saúde ressalta que esse dado não representa, adequadamente, a totalidade do número de casos relacionados ao vírus. A pasta considera que houve infecção pelo Zika na maior parte das mães que tiveram bebês, cujo diagnóstico final foi de microcefalia.

Até o momento, estão com circulação autóctone do vírus Zika 22 unidades da federação. São elas: Goiás, Minas Gerais, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Roraima, Amazonas, Pará, Rondônia, Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. Também houve a confirmação de transmissão do vírus em 29 países nas Américas.

ORIENTAÇÃO – O Ministério da Saúde orienta as gestantes adotarem medidas que possam reduzir a presença do mosquito Aedes aegypti, com a eliminação de criadouros, e proteger-se da exposição de mosquitos, como manter portas e janelas fechadas ou teladas, usar calça e camisa de manga comprida e utilizar repelentes permitidos para gestantes.


Distribuição dos casos notificados de microcefalia por UF, até 20 de fevereiro de 2016

Regiões e Unidades Federadas
Casos  de Microcefalia e/ou malformações, sugestivos de infecção congênita
Total acumulado de casos notificados de 2015 a 2016
Em investigação
Confirmados
Descartados
Brasil
4.107
583
950
5.640
Alagoas
102
25
85
212
Bahia
582
120
73
775
Ceará
256
33
46
335
Maranhão
151
14
16
181
Paraíba
440
59
291
790
Pernambuco
1.188
209
204
1.601
Piauí
81
32
14
127
Rio Grande do Norte
275
76
23
374
Sergipe
178
0
10
188
Região Nordeste
3.253
568
762
4.583
Espírito Santo
62
3
8
73
Minas Gerais
27
0
38
65
Rio de Janeiro
250
2
4
256
São Paulo
119
0
30
149
Região Sudeste
458
5
80
543
Acre
26
0
0
26
Amapá
Sem registro
Sem registro
Sem registro

Amazonas
Sem registro
Sem registro
Sem registro

Pará
10
1
0
11
Rondônia
10
1
0
11
Roraima
11
0
0
11
Tocantins
95
0
17
112
Região Norte
152
2
17
171
Distrito Federal
5
0
19
24
Goiás
80
6
2
88
Mato Grosso
123
0
50
173
Mato Grosso do Sul
5
1
5
11
Região Centro-Oeste
213
7
76
296
Paraná
2
0
13
15
Santa Catarina
0
0
1
1
Rio Grande do Sul
29
1
1
31
Região Sul
31
1
15
47

Agência Saúde
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Tecpar produz 9,4 milhões de doses para kits diagnósticos de brucelose e tuberculose bovina em 2015

O Laboratório de Produção de Kits Diagnósticos do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) produziu em 2015 9,4 milhões de doses de antígenos para diagnóstico de brucelose e tuberculose bovina. A produção atende a demanda por secretarias estaduais de Agricultura de todo o país, que ampliaram a fiscalização no combate às doenças, requisito para a exportação da carne bovina nacional.

Ao longo de 2015, o Tecpar produziu 9,4 milhões de doses de antígenos, atendendo ao Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Os itens que compõem os kits com a maior produção em 2015 foram antígeno acidificado tamponado para diagnóstico de brucelose bovina (4,4 milhões de doses), Tuberculina PPD bovina para diagnóstico de tuberculose bovina (3,1 milhões) e Tuberculina PPD aviária para diagnóstico de tuberculose bovina (1,7 milhão).

Tanto a brucelose quanto a tuberculose são zoonoses, o que significa que elas podem ser transmitidas pelos animais ao ser humano. Além de impactar na saúde pública, as doenças causam prejuízos econômicos à agropecuária brasileira, principalmente em relação à produção de carne e leite, ressalta o diretor de Biotecnologia Industrial do Tecpar, Julio Salomão.

“O Tecpar hoje é o principal fornecedor do kit de diagnóstico dessas doenças e atende produtores de todo o país. Nossos produtos garantem a qualidade da carne bovina e do leite consumidos no Brasil e exportados a outros países”, explica.

Antígenos
O laboratório produz cinco kits diferentes para diagnóstico de tuberculose, compostos por frascos de 50 doses de Tuberculina PPD bovina e outras 50 doses de Tuberculina PPD aviária, além de kits para diagnóstico de brucelose, que contêm 200 doses de antígeno acidificado tamponado, 62 doses para prova lenta em tubo e outras 200 doses para prova do anel do leite (“ring test”).
Pelos acordos de comercialização, o Tecpar entrega em consignação os kits de diagnóstico às secretarias estaduais, que vendem aos veterinários habilitados no PNCEBT para diagnosticar as doenças.

Doenças
De acordo com o Mapa, a brucelose, causada pela bactéria Brucella abortus, afeta bovinos, suínos, equídeos, caprinos e ovinos, que podem continuar portadores até o fim da vida. Uma das maneiras de evitá-la e impedir a contaminação dos seres humanos é por meio da vacinação de bezerras e por meio de diagnósticos precisos para controlar a doença.

A doença é transmitida, segundo o ministério, de um animal contaminado para o homem, quando há contato com restos de placenta, natimortos ou outras lesões articulares, dependendo da espécie animal envolvida, quando há a ingestão de leite cru ou mal fervido, ou no caso de a pessoa se alimentar com seus derivados, como queijo, manteiga e nata, feitos com leite cru.

Já a tuberculose bovina, causada pela bactéria Mycobacterium bovis, embora não tão comum no homem como a causada pela Mycobacterium tuberculosis, também pode afetá-lo. Nesse caso é chamada Tuberculose Zoonótica.

Pode ser transmitida principalmente para bovinos e bubalinos, embora outras espécies silvestres e domésticas (como cães e gatos) sirvam como reservatórios da doença, segundo o ministério. Uma das principais características da doença é o surgimento de lesões caseosas e/ou calcificadas que podem ser localizadas nos alvéolos pulmonares ou generalizadas em qualquer órgão do animal.


A doença é transmitida de um animal contaminado para o homem quando ocorre o consumo de leite cru ou mal fervido, de derivados feitos com leite cru, a ingestão de carne e seus derivados mal cozidos e a convivência com os animais doentes.

Alfob debate regulação farmacêutica e negocia fornecimento de produtos para o SUS

Diretores da Alfob estiveram nesta terça-feira (17), com presidente da FarmaBrasil e com coordenador de aquisições do Ministério da Saúde

A vice-presidente da Associação de Laboratórios Oficiais do Brasil (Alfob), Andréa Vecci, e o presidente do Laboratório Farmacêutico do Pernambuco (Lafepe), José Uchôa, reuniram-se, nesta terça-feira (17), com o presidente da FarmaBrasil, Reginaldo Arcuri.

A Farmabrasil representa os laboratórios privados de capital nacional e o encontro teve como objetivo debater o aprimoramento na gestão e marco regulatório das políticas nacionais de medicamentos. 

“Por meio deste encontro e de outras ações já executadas, temos estabelecido uma agenda conjunta, entre laboratórios públicos e privados para atuarmos no fortalecimento do complexo de saúde e das políticas de PDP’s (Parcerias para Desenvolvimento de Produto)”, explica Andréa Vecci.

Também nesta terça-feira (17), Diretores da Alfob reuniram-se com o coordenador-geral de Análise das Contratações de Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Eduardo Pojo. Em pauta, a negociação de medicamentos para o Sistema Único de Saúde (SUS) para tratamento de Aids e Hepatites Virais.

Faturamento do Tecpar com produção de vacina antirrábica aumenta 177% em 2015

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) ampliou em 177% a receita com a venda de vacina antirrábica veterinária ao Ministério da Saúde na comparação entre 2015 e 2014. O resultado é decorrente da produção recorde de 15 milhões de doses do imunobiológico no ano passado.

Em 2015, o Tecpar faturou R$ 19,1 milhões com a venda das vacinas, enquanto que em 2014 o faturamento ficou em R$ 6,9 milhões. Já em 2014 o Tecpar havia cumprido a meta de produção e entrega de 10 milhões de doses da vacina antirrábica para o Ministério da Saúde – em 2015 o instituto bateu o recorde de produção do imunobiológico, chegando a 15 milhões de doses.

O diretor-presidente do Tecpar, Júlio C. Felix, explica que o crescimento no faturamento é resultado de medidas tomadas ao longo dos últimos anos visando corte de custos e aumento da produtividade. Como exemplo, Felix cita a mudança do material da embalagem da vacina antirrábica de poliestireno expandido (isopor) para papelão, em processo de validação, que vai trazer redução significativa nos custos finais.

"O custo com embalagem da vacina, modificada de isopor para papelão, trará uma economia de 76% nos custos com esse insumo. São ideias simples e inovadoras que ajudam a melhorar a eficiência na instituição e consequentemente alavancar as receitas", pontua.

Outro ponto que impactou o resultado foi a autorização pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) do aumento do prazo de validade da nova vacina antirrábica desenvolvida pelo Tecpar. Até então, o imunobiológico era produzido com prazo de validade de 12 meses, mas estudos internos feitos pelo instituto constataram que a estabilidade da vacina se mantinha inalterada por 24 meses.

"Estudos apontam que a nossa vacina teve aumento no seu valor agregado, o que implicou em uma vacina com a mesma eficácia em uma dosagem menor. Isso ajudou o Ministério da Saúde a ter mais segurança para programar o fornecimento de vacinas aos estados e municípios que realizam campanhas de vacinação contra raiva em todo o país", salienta.

Vacina

Hoje o Tecpar é o único produtor no mundo que desenvolve a vacina antirrábica em escala industrial. O instituto produz o imunobiólogico por cultivo celular, utilizando o processo de perfusão, método inédito que permite a obtenção de uma vacina mais pura e capaz de induzir maior produção de anticorpos, o que a torna mais segura para cães e gatos por não provocar efeitos colaterais.

Governo debate melhorias para mercado de saúde com laboratórios públicos e privados


Grupo de Trabalho (GT) criado em janeiro discute, nesta quinta-feira (11), ações para fortalecer Complexo Industrial da Saúde.

Diretores da Associação de Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil (Alfob), da FarmaBrasil, representantes do Ministério de Ciência e Tecnologia, da Casa Civil e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reuniram-se, nesta quinta-feira (11), com o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Eduardo de Azeredo Costa.

Este é o primeiro encontro do GT criado em janeiro, que reúne órgãos governamentais, produtores públicos e privados e tem como objetivo buscar melhorias nas normatizações de processos de fabricação e certificação de medicamentos. Além dos laboratórios públicos, representados Alfob, laboratórios privados de capital nacional são representados no Grupo de Trabalho por meio da FarmaBrasil.

“Nossa proposta é, em conjunto, trabalharmos pelo fortalecimento do Complexo da Saúde no Brasil”, destaca Andréa Vecci, vice-presidente da Alfob. Segundo ela, o grupo trabalha objetivando uma melhor regulamentação das Parcerias para Desenvolvimento de Produtos (PDP’s) no que tange à garantia de compra pelo Ministério da Saúde, bem como a coordenação junto à Anvisa.

Andrea reforça ainda que a intenção é priorizar os investimentos e pesquisas a empresas do Brasil, que estão sujeitos às legislações sanitária, trabalhista e tributária do país. “Uma das melhores do mundo”, completa.


Em janeiro, os temas do Grupo de Trabalho já haviam sido discutidos pela Alfob e a iniciativa, elogiada pelo presidente da entidade, Paulo Mayorga. Segundo ele, o GT surge da necessidade de consolidar a política em curso mediante o estabelecimento de uma agenda conjunta, envolvendo produtores públicos, privados e as diferentes instâncias governamentais envolvidas.

Laboratórios do Tecpar recebem certificado do IAP para realizar análises em matrizes ambientais

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) obteve junto ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP) um certificado de cadastramento dos laboratórios do Centro de Tecnologia em Saúde e Meio Ambiente para realizar análises para empresas públicas e privadas em águas, efluentes, solos, sedimentos e resíduos.

Com o cadastramento, o Tecpar está certificado pelo IAP para emitir laudos que atestam que empresas cumprem as exigências das legislações ambientais, como as resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), do Ministério do Meio Ambiente.

A tecnóloga em processos ambientais do Tecpar Alessandra Bispo explica que o cadastramento do instituto no IAP aumenta as possibilidades de atendimento das empresas. “Agora o Tecpar está reconhecidamente habilitado pelo IAP para realizar análises e ensaios ambientais em seus laboratórios, como o de agroquímica e o de microbiologia, por exemplo, e auxiliar as empresas a verificarem se atendem aos requisitos legais aplicáveis”, salienta.

O Centro de Tecnologia em Saúde e Meio Ambiente realiza ensaios tecnológicos em seis segmentos: Águas e Efluentes, Alimentos, Fertilizantes e Corretivos Agrícolas, Microbiologia e Toxicologia, Agroquímica e Meio Ambiente.

Os laboratórios do centro têm reconhecimento de suas competências com ensaios acreditados pela Coordenação Geral de Acreditação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro); cadastrados no Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária (Mapa); e habilitados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e na Rede Brasileira de Laboratórios Analíticos (Reblas).

Soluções Tecnológicas
Quatro grandes áreas são foco dos negócios dos centros tecnológicos do Tecpar. Com infraestrutura de laboratórios e um time de especialistas, o setor de Desenvolvimento Tecnológico atende empresários que querem inovar em Saúde e Meio Ambiente, Materiais, Medições e Validação e Informação e Estudos Estratégicos.

Interessados em conhecer as soluções tecnológicas desenvolvidas pelo Tecpar podem acessar o site portal.tecpar.br/solucoes-tecnologicas

Funed oferece exame para diagnóstico de Zika Vírus

A Fundação Ezequiel Dias (Funed) passa a oferecer, no mês de fevereiro, o exame para diagnóstico laboratorial do Zika Vírus. Antes, as amostras de casos suspeitos em Minas Gerais eram encaminhadas para análise na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.

De acordo com a referência técnica do Laboratório de Arbovírus da Funed, Maira Alves Pereira, o número de exames será ampliado com a realização do diagnóstico pela Funed, oferecendo qualidade e rapidez nos resultados, além de favorecer a vigilância epidemiológica da doença. “A realização do exame pela Fundação possibilitará que um maior número de amostras sejam analisadas, favorecendo a assistência ao paciente, as ações de vigilância epidemiológica, aumentando as possibilidades de controle da circulação do Zika Vírus no estado”, destaca.

A Funed passa a realizar o exame das amostras de casos suspeitos encaminhados pelos municípios e pelos serviços de saúde de Minas Gerais. Estas amostras serão testadas por Biologia Molecular, na técnica da Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) em tempo real, e o resultado estará disponível em cinco dias. A Fundação possui experiência na realização dessa técnica, utilizada para diagnóstico de outros dez tipos de vírus, além do Zika.

Assessoria de Comunicação Social
(31) 3314-4577

Anvisa faz mudança nas publicações de registro e pós-registro de medicamentos

Como parte do processo de melhoria da gestão e para conferir maior compreensão das informações que apresentam as decisões referentes às avaliações dos pedidos de registro e pós-registro de medicamentos, informamos que a partir de 10 de fevereiro de 2016, as publicações no Diário Oficial da União (DOU)  adotarão o seguinte formato:

NOME DA EMPRESA                                    CNPJ
PRINCIPIO(S) ATIVO(S)
NOME DO MEDICAMENTO      NUMERO DO PROCESSO     VENCIMENTO DO REGISTRO
ASSUNTO DA PETIÇÃO                       EXPEDIENTE
NUMERO DE REGISTRO                       VALIDADE
APRESENTAÇÃO DO PRODUTO
PRINCIPIO(S) ATIVO(S)
COMPLEMENTO DIFERENCIAL DA APRESENTAÇÃO

As principais mudanças serão:

1. Supressão dos campos “CLASS/CAT DESCRIÇÃO”, “MARCA OU REFERÊNCIA” e “DESTINAÇÃO”,

2. Substituição do campo “AUTORIZAÇÃO/CADASTRO – UF” por “CNPJ”,

3. Inclusão do número do expediente da petição publicada,

4. Nova disposição das informações, sem repetição do assunto da petição para cada apresentação,

5. Descrição dos princípios ativos apenas no cabeçalho, exceto quando houver diferença no cadastro dos princípios ativos entre as apresentações. Nestes casos, os nomes dos ativos aparecerão vinculados a cada apresentação, abaixo da descrição da apresentação e não no cabeçalho, e

6. Supressão da frase “Em desacordo com a legislação vigente” nas publicações de indeferimento.

A categoria terapêutica poderá ser consultada através da Consulta de Produtos no portal da Anvisa, onde também é possível verificar o número da autorização de funcionamento da empresa detentora do registro.

A informação sobre o medicamento de referência pode ser consultada na lista de medicamentos genéricos registrados e na lista de medicamentos similares intercambiáveis, disponíveis no portal da Anvisa.

O dado de destinação foi retirado por se tratar de informação que será protocolada por meio de alteração de rotulagem.


Confira o antes e depois dos formatos de publicação:

* apenas quando houver diferença de cadastro entre as apresentações.

Fiocruz detecta presença de vírus zika com potencial de infecção em saliva e urina

Estudo pioneiro da Fundação OswaldoCruz (Fiocruz), órgão vinculado o Ministério da Saúde, constatou a presença do vírus zika ativo (com potencial de provocar a infecção) em amostras de saliva e de urina. A evidência inédita, que sugere a necessidade de investigar a relevância destas vias alternativas de transmissão viral, foi constatada pelo Laboratório de Biologia Molecular de Flavivírus do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).

Os estudos foram liderados pela pesquisadora Myrna Bonaldo, chefe do Laboratório, em colaboração com a infectologista Patrícia Brasil, do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz). Foram analisadas amostras referentes a dois pacientes e as coletas foram realizadas durante a apresentação de sintomas compatíveis com o vírus zika. Alíquotas das amostras foram colocadas em contato com células Vero, que são amplamente usadas em estudos sobre atividade viral no caso da família dos flavivírus, à qual pertencem os vírus zika, dengue e febre amarela, entre outros.

Os cientistas observaram o efeito citopático provocado nas células: foi observada a destruição ou danificação das células, o que comprova a atividade viral. A presença do material genético do vírus zika foi confirmada pela técnica de RT-PCR em Tempo Real. Também foi realizado o sequenciamento parcial do genoma do vírus. Diagnósticos laboratoriais descartaram a presença dos vírus dengue e chikungunya – para estas análises, foi usado o Kit NAT Discriminatório para Dengue, Zika e Chikungunya recentemente desenvolvido pela Fiocruz.

“Já se sabia que o vírus poderia estar presente tanto em urina quanto em saliva. Esta é a primeira vez em que demonstramos que o vírus está ativo, ou seja, com potencial de provocar a infecção, o que abre novos paradigmas para o entendimento das rotas de transmissão do vírus Zika. Isso responde uma pergunta importante, porém, o entendimento da relevância epidemiológica destas potenciais vias de infecção demanda novos estudos”, situa Myrna Bonaldo.

“Esta descoberta é parte dos 115 anos de dedicação da Fiocruz à saúde pública. Temos dirigido nossos esforços para colaborar com a ampliação do conhecimento científico sobre este vírus que vem desafiando cientistas de todo o mundo. Esta é mais uma contribuição da Fiocruz à saúde global", afirma o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha. “Estamos lidando com dados muito recentes e, a cada momento, novas evidências são obtidas e compartilhadas pela comunidade científica, como acabamos de fazer”, esclarece.

Gadelha situa que, após a comprovação do potencial de transmissão por via de saliva e de urina, dada a constatação da presença do vírus ativo, é necessário investigar a relevância destas potenciais vias para a transmissão viral. “A primeira medida é sempre a da cautela. O que sabemos hoje é que o vírus zika costuma apresentar quadro clínico brando, com maior preocupação em relação às gestantes por conta dos casos de microcefalia que têm sido acompanhados. Neste sentido, medidas de prevenção já conhecidas para outras doenças precisam de um olhar mais cauteloso a partir de agora, especialmente no caso do contato com as gestantes. Estamos empenhados em gerar evidências sobre o vírus zika e vamos compartilhar estas evidências conforme avançarmos no conhecimento sobre o tema”, pontua, acrescentando que outras perguntas científicas permanecem em aberto, como o período de sobrevivência viral na saliva e urina, por exemplo.

A Fiocruz alerta que, com base nos conhecimentos disponíveis até o momento, as medidas de controle do vetor Aedes aegypti continuam sendo centrais. “Em uma situação como esta, em que estamos conhecendo mais a cada dia sobre este vírus, todos os aspectos precisam ser considerados. Muito ainda precisa ser investigado em relação à importância de cada via de transmissão para a propagação de casos. Porém, é fundamental que a vigilância ao vetor permaneça. Não podemos esquecer que ele é comprovadamente o vetor para os vírus dengue, chikungunya e zika”, reforça o presidente da Fiocruz.

Myrna destaca a mobilização da comunidade científica sobre o vírus zika. "É nossa missão enquanto cientistas contribuir para o entendimento desta situação de saúde pública que preocupa a todos e que já está afligindo milhares de famílias no Brasil, com o crescimento de casos de microcefalia", Myrna diz, agradecendo à dedicação da equipe de pesquisa. "Como temos um Laboratório que é justamente focado em flavivírus, família à qual o zika pertence, desde o primeiro momento vimos a possibilidade de ajudar. Isso somente foi possível devido ao compromisso integral das pessoas envolvidas e da instituição", completa.


Em 2015, a Fiocruz criou o Gabinete de Enfrentamento à Emergência Sanitária de Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN/Fiocruz), que visa aproveitar ao máximo as capacidades e os recursos disponíveis na instituição para atender à necessidade de dar respostas objetivas para o Ministério da Saúde e a população sobre a situação de emergência em dengue, chikungunya e zika no país.

Em novembro de 2015, o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), por meio do Laboratório de Flavivírus, concluiu diagnósticos laboratoriais que constataram a presença do genoma do vírus zika em amostras de líquido amniótico de duas gestantes do estado da Paraíba, cujos fetos tinham microcefalia detectada por meio de exames de ultrassom. Ambas haviam relatado sintomas compatíveis com o vírus zika e, nos exames anteriores, não havia indicativo do problema. Os resultados foram relevantes para orientar as investigações em andamento e a reforçar a suspeita de correlação entre o vírus e a microcefalia.

Em janeiro de 2016, a Fiocruz anunciou a criação do Kit NAT Discriminatório para Dengue, Zika e Chikungunya. A inovação garantirá maior agilidade para os testes realizados na rede de laboratórios do Ministério da Saúde, além de reduzir os custos e permitir a substituição de insumos estrangeiros por um produto nacional. Idealizada pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e desenvolvida em parceria com o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), a novidade conta com o apoio da Fiocruz-Paraná, da Fiocruz-Pernambuco e do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz).

Também em janeiro, o Instituto Carlos Chagas (Fiocruz Paraná) desenvolveu um estudo que confirmou a transmissão interplacentária do vírus zika após a análise da amostra da placenta de uma gestante da região Nordeste, que apresentou sintomas compatíveis de infecção pelo vírus e que sofreu um aborto retido – quando o feto deixa de se desenvolver dentro do útero – no primeiro trimestre de gravidez. A pesquisa foi realizada em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

Anvisa tem novos regimento interno e estrutura organizacional

Foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (05/02) a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) n° 61 que estabelece os novos regimento interno e estrutura organizacional da Anvisa. Trata-se dos resultados da discussão e ajustes nos processos de trabalho que a Agência desenvolve desde 2009. É uma evolução necessária em torno dos macroprocessos que norteiam a atuação da Anvisa.

Ao longo deste tempo, foram definidos os principais macroprocessos da Anvisa e remodeladas as Diretorias, deixando de ser instâncias individualizadas de cada Diretor e passando a ser estruturas organizacionais formais, responsáveis pela condução de cada macroprocesso.

Entre as mudanças, há a extinção das superintendências, ficando fortalecidas as gerências-gerais, agora as principais interlocutoras junto às Diretorias. O objetivo é estabelecer um fluxo mais claro e mais direto entre as instâncias decisórias.

Por outro lado, a reorganização de algumas Unidades Organizacionais dará maior equilíbrio entre as Diretorias, que continuam as atuais: Diretoria de Gestão Institucional, Diretoria de Regulação Sanitária, Diretoria de Coordenação e Articulação do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, Diretoria de Autorização e Registro Sanitários e Diretoria de Controle e Monitoramento Sanitários.

Confira aqui os depoimentos dos Diretores sobre a reestruturação da Anvisa.

Saiba mais: RDC nº 61.

Fórum sobre regulação de produtos para saúde na Anvisa

A Anvisa será sede em março da 9ª Reunião do Comitê Gestor do International Medical Device Regulators Forum (IMDRF). Representantes de oito membros do Fórum, além de organizações afiliadas e representantes do setor, vão discutir a regulação do setor de produtos para saúde. O fórum tem como objetivo promover a convergência e o aprimoramento do modelo regulatório global aplicável ao segmento como resposta aos constantes desafios em garantir a segurança e a eficácia de produtos para saúde disponíveis para consumo.


Maiores informações e inscrições para a sessão aberta podem ser acessadas na página do evento.

UNA-SUS/UFMA abre inscrições para cursos de Nefrologia

O Projeto de Qualificação em Nefrologia Multidisciplinar da Universidade Federal do Maranhão, integrante da Rede UNA-SUS (UNA-SUS/UFMA), abre inscrições para três cursos na área. São eles: Política Nacional de Atenção ao Portador de Doença Renal, Identificação dos Grupos de Risco para Doença Renal Crônica (DRC) e Estratégias de Prevenção da DRC em Pacientes dos Grupos de Risco.

As inscrições estão abertas até 30 de junho e podem ser realizadas pelo site. O público-alvo são os profissionais da área da saúde vinculados ao SUS.

Todos possuem carga-horária de 30h e ofertarão, cada um, 500 vagas. Os cursos são gratuitos e oferecidos na modalidade autoinstrucional, ou seja, sem a mediação de tutor.

O curso Política Nacional de Atenção ao Portador de Doença Renal apresentará as diretrizes prioritárias do Ministério da Saúde relacionadas à organização das ações de Atenção às Doenças Renais no SUS. Também são abordadas questões de diretrizes, como a definição, epidemiologia, classificação e critérios para o diagnóstico da doença renal crônica. Abordará ainda os direitos e programas assistenciais voltados para o atendimento aos pacientes renais, além do tratamento de prevenção.

Já o que trata de Identificação dos Grupos de Risco para DRC apresentará o cenário nacional e mundial da DRC, assim como o perfil epidemiológico dos pacientes com a doença e os fatores de risco que podem contribuir para o seu desencadeamento nos diversos grupos populacionais.

E o curso Estratégias de Prevenção da DRC em Pacientes dos Grupos de Risco abordará aspectos teóricos relacionados às intervenções para a promoção da saúde e prevenção da DRC em grupos de risco, a partir da identificação de aspectos relevantes para a realização do diagnóstico precoce da doença, bem como a detecção e correção de causas que contribuem para a evolução da enfermidade.

Para se certificar, o aluno deverá realizar as atividades propostas com aproveitamento igual ou superior a 70%.

O Projeto de Qualificação em Nefrologia Multidisciplinar é uma iniciativa de formação em larga escala, fruto da parceria da Universidade Federal do Maranhão com a Secretaria de Atenção à Saúde (SAS) e a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde (SGTES), e conta com o apoio da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), por meio do Departamento de Prevenção de Doenças Renais.

Para saber mais, acesse: http://unasus.gov.br/cursos/nefrologia

Fonte: SE/UNA-SUS, com informações da UNA-SUS/UFMA

Secretário da SAS empossa novos diretores do HFSE e INC

O Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde (SAS-MS), Alberto Beltrame, participou na tarde desta quinta-feira (04.02) da solenidade de posse que nomeou os novos diretores do Hospital Federal dos Servidores (HFSE) e do Instituto Nacional de Cardiologia (INC), respectivamente, Leslie de Albuquerque Aloan e Andrey José de Oliveira Monteiro.
Durante o discurso de posse, Beltrame destacou a importância e o papel estratégico da rede federal no Rio de Janeiro para o Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo ele, “tanto os seis hospitais, quanto os três institutos, além de prestar assistência de saúde à população, tem um papel de orientação e da formulação das políticas”.


“Ao assumir as novas direções do INC e do HFSE, Alloan e Andrey representam o fortalecimento do relacionamento e do vínculo entre o Ministério da Saúde e as duas unidades, e a valorização dos servidores, porque ambos são dos quadros das instituições”, ponderou o secretário da SAS, acrescentando que o Ministério da Saúde tem planos audaciosos para o instituto e para o hospital: “que eles cresçam e continuem na ponta do desenvolvimento tecnológico, na formação profissional e na qualificação da assistência que têm prestado à população em geral”.

O evento ocorreu no auditório do Núcleo Estadual do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro (NERJ) e contou com a presença do diretor do Departamento de Gestão Hospitalar (DGH), Paulo Henrique Ferreira de Melo, além de diretores de outros hospitais, institutos federais e funcionários das duas unidades. Para o diretor do DGH, a ideia do Departamento é fortalecer e revigorar a unidade, que tem uma longa história e tradição na área da saúde.

“O Hospital dos Servidores é a nossa unidade de maior complexidade e tem um papel histórico na saúde brasileira, inclusive, ficando conhecido como hospital dos presidentes. Nossa ideia foi buscar um profissional que possui, ao mesmo tempo, reconhecimento e serviços prestados à comunidade hospitalar, tendo sido um dos seus melhores diretores, para retomar esse lugar histórico”, enfatiza Paulo Henrique.

Médico cardiologista, o novo diretor do HFSE, Leslie de Albuquerque Aloan tem mestrado e doutorado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e ingressou como servidor da unidade em 1975, tendo ocupado o cargo de diretor entre os anos de 2005 a 2011.

Entre os planos para a nova gestão informa que está o diálogo permanente com o corpo clínico. “Trabalharemos em rede com as outras unidades, buscando soluções para otimizar recursos, comprometidos com as políticas de saúde do SUS e dirigidos pelo DGH”, ponderou.

Já o novo diretor do INC, Andrey José de Oliveira Monteiro, é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular, e servidor da unidade, onde ocupou diferentes cargos (residente, plantonista, chefe de serviço), sendo o último a Chefia da Divisão de Procedimentos Cirúrgicos. “Trata-se de uma missão que seguiremos com a competência que já é tradicional da nossa unidade, buscando a normatização do cuidado com o paciente de cardiologia”, finalizou.

Fonte: Aluízio de Azevedo/ Agência Saíde
Foto: Adriano Schimite