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Publicado em 28 de jan de 2016. O novo boletim divulgado nesta quarta-feira (27) aponta também que 270 casos já tiveram confirmação de microcefalia, sendo que 6 com relação ao vírus Zika. Outros 462 casos notificados já foram descartados. Ao todo, 4.180 casos suspeitos de microcefalia foram registrados até 23 de janeiro.

Obras em Manguinhos recuperam espaços da Fundação

Diversão, cultura e contato com a natureza. Estas são algumas das atrações que espaços da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), reabertos em 2015 após meses de reparos e melhorias, oferecem para seus trabalhadores e visitantes. De maneira alegre e interativa, é possível aprender mais sobre a história da ciência e da saúde, em passeios que entretêm toda a família.

Cavalariça
   Foto: Glauber Gonçalves

Após um ano e meio de obras, a Cavalariça foi reaberta. Abrigo dos cavalos utilizados para a fabricação de soro contra a peste bubônica, a Cavalariça tem grande importância histórica para a Fiocruz. O prédio, com cerca de 500 metros quadrados, construído no início da década de 1920, é um dos mais antigos da Fundação e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1981. A intervenção recuperou azulejos, pisos e elementos metálicos, como baias e escadas, além da cobertura, com telhas originais de Marselha. Foi recuperada a fachada e atualizados os sistemas de iluminação e comunicação. O prédio é de responsabilidade da Casa de Oswaldo Cruz (COC).

Para visitar a cavalariça é necessário realizar agendamento pelo e-mail nep@fiocruz.br

Borboletário

    Foto: Peter Ilicciev

O único borboletário da cidade do Rio de Janeiro foi reaberto em outubro. Atualmente, o ambiente conta com mais de cem borboletas e abriga quatro espécies do inseto: olho-de-coruja (Caligo illioneus), ponto-de-laranja (Anteos menippe), borboleta-brancão (Ascia monuste) e Julia (Dryas julia). No Borboletário Fiocruz é possível acompanhar o desenvolvimento das etapas iniciais da vida das borboletas, desde a fase de larva até a do inseto adulto. A iniciativa é uma parceria entre o Instituto Oswaldo Cruz (IOC) e o Museu da Vida, da COC, que conta com o apoio da Diretoria de Administração do Campus (Dirac) e do Cecal para a criação e manutenção dos insetos.

Horário de visitação: de terça a sexta-feira, das 9h às 16h30 (com agendamento), e sábados (livre), das 10h às 16h. Informações e agendamento: (21) 2590-6747

Casa de Chá
                         Foto: Peter Ilicciev

Construído em 1905 e tombada pelo Iphan em 1981, o espaço serviu durante anos como refeitório de pesquisadores. Parte do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos, a Casa de Chá foi reaberta em outubro e é de responsabilidade da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz).

A Casa de Chá funciona com opções de lanches das 7 às 16 horas, e no estilo bistrô, com refeições de 11h30 a 15h.

Trenzinho

    Foto: Peter Ilicciev

Mesmo de longe é possível ouvir o som característico do Trenzinho da Fiocruz e o alvoroço causado pela locomotiva entre os visitantes da Fundação. De volta, em maio de 2015, o transporte preferido das crianças que visitam o campus Manguinhos diverte e facilita o acesso entre algumas das atrações culturais oferecidas.

Para embarcar no trenzinho é necessário se dirigir ao Centro de Recepção de Visitantes da Fiocruz. A atividade é realizada pela Casa de Oswaldo cruz (COC/Fiocruz).

Caminho Oswaldo Cruz
    Foto: Peter Ilicciev

Reaberto em outubro, o Caminho de 309 metros lineares ligava a Estação do Amorim ao então Instituto Soroterápico Federal (atual Fiocruz), no início do século 20, e era muito utilizada por Oswaldo Cruz e demais pesquisadores. No processo de revitalização, foram plantadas 32 mil mudas, entre samambaias, palmeiras, bromélias e alecrins. Além da nova pavimentação, áreas de convivência foram criadas, como o Rock Garden, espaço onde grandes rochas servem de bancos – com direito à sombra de uma figueira. O projeto de recuperação foi elaborado pelo Departamento de Patrimônio Histórico da COC e teve o apoio da equipe de paisagismo do Departamento de Gestão Ambiental da Dirac.

O Caminho Oswaldo Cruz liga o Pavilhão da Febre Amarela às proximidades da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz).

* Texto originalmente publicado na edição 27 do jornal Linha Direta da Presidência da Fiocruz.

Fonte: Erika Farias/ Ficruz

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