Diversão, cultura e contato
com a natureza. Estas são algumas das atrações que espaços da Fundação Oswaldo
Cruz (Fiocruz), reabertos em 2015 após meses de reparos e melhorias, oferecem
para seus trabalhadores e visitantes. De maneira alegre e interativa, é
possível aprender mais sobre a história da ciência e da saúde, em passeios que
entretêm toda a família.
Cavalariça
Foto: Glauber Gonçalves
Após um ano e meio de obras, a
Cavalariça foi reaberta. Abrigo dos cavalos utilizados para a fabricação de
soro contra a peste bubônica, a Cavalariça tem grande importância histórica
para a Fiocruz. O prédio, com cerca de 500 metros quadrados, construído no
início da década de 1920, é um dos mais antigos da Fundação e foi tombado pelo
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1981. A
intervenção recuperou azulejos, pisos e elementos metálicos, como baias e
escadas, além da cobertura, com telhas originais de Marselha. Foi recuperada a
fachada e atualizados os sistemas de iluminação e comunicação. O prédio é de
responsabilidade da Casa de Oswaldo Cruz (COC).
Para visitar a cavalariça é
necessário realizar agendamento pelo e-mail nep@fiocruz.br
Borboletário
Foto: Peter Ilicciev
O único borboletário da cidade
do Rio de Janeiro foi reaberto em outubro. Atualmente, o ambiente conta com
mais de cem borboletas e abriga quatro espécies do inseto: olho-de-coruja
(Caligo illioneus), ponto-de-laranja (Anteos menippe), borboleta-brancão (Ascia
monuste) e Julia (Dryas julia). No Borboletário Fiocruz é possível acompanhar o
desenvolvimento das etapas iniciais da vida das borboletas, desde a fase de
larva até a do inseto adulto. A iniciativa é uma parceria entre o Instituto
Oswaldo Cruz (IOC) e o Museu da Vida, da COC, que conta com o apoio da
Diretoria de Administração do Campus (Dirac) e do Cecal para a criação e
manutenção dos insetos.
Horário de visitação: de terça
a sexta-feira, das 9h às 16h30 (com agendamento), e sábados (livre), das 10h às
16h. Informações e agendamento: (21) 2590-6747
Casa de Chá
Foto: Peter Ilicciev
Construído em 1905 e tombada
pelo Iphan em 1981, o espaço serviu durante anos como refeitório de
pesquisadores. Parte do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos, a Casa de
Chá foi reaberta em outubro e é de responsabilidade da Casa de Oswaldo Cruz
(COC/Fiocruz).
A Casa de Chá funciona com
opções de lanches das 7 às 16 horas, e no estilo bistrô, com refeições de 11h30
a 15h.
Trenzinho
Foto: Peter Ilicciev
Mesmo de longe é possível
ouvir o som característico do Trenzinho da Fiocruz e o alvoroço causado pela
locomotiva entre os visitantes da Fundação. De volta, em maio de 2015, o
transporte preferido das crianças que visitam o campus Manguinhos diverte e
facilita o acesso entre algumas das atrações culturais oferecidas.
Para embarcar no trenzinho é
necessário se dirigir ao Centro de Recepção de Visitantes da Fiocruz. A
atividade é realizada pela Casa de Oswaldo cruz (COC/Fiocruz).
Caminho Oswaldo Cruz
Foto: Peter Ilicciev
Reaberto em outubro, o Caminho
de 309 metros lineares ligava a Estação do Amorim ao então Instituto
Soroterápico Federal (atual Fiocruz), no início do século 20, e era muito
utilizada por Oswaldo Cruz e demais pesquisadores. No processo de
revitalização, foram plantadas 32 mil mudas, entre samambaias, palmeiras,
bromélias e alecrins. Além da nova pavimentação, áreas de convivência foram
criadas, como o Rock Garden, espaço onde grandes rochas servem de bancos – com
direito à sombra de uma figueira. O projeto de recuperação foi elaborado pelo
Departamento de Patrimônio Histórico da COC e teve o apoio da equipe de
paisagismo do Departamento de Gestão Ambiental da Dirac.
O Caminho Oswaldo Cruz liga o
Pavilhão da Febre Amarela às proximidades da Escola Nacional de Saúde Pública
(Ensp/Fiocruz).
* Texto originalmente
publicado na edição 27 do jornal Linha Direta da Presidência da Fiocruz.
Fonte: Erika Farias/ Ficruz






0 comentários:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.