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Publicado em 28 de jan de 2016. O novo boletim divulgado nesta quarta-feira (27) aponta também que 270 casos já tiveram confirmação de microcefalia, sendo que 6 com relação ao vírus Zika. Outros 462 casos notificados já foram descartados. Ao todo, 4.180 casos suspeitos de microcefalia foram registrados até 23 de janeiro.

Ótica Lafepe na Semana de Mobilização Cidadã


                O mutirão, com mais de 100 serviços, começou nesta segunda-feira (15-05), no Centro de Abastecimento e Logística de Pernambuco (Ceasa/PE), e segue até a próxima sexta-feira (19-05), sempre das 8h às 15h, no galpão ao lado do pátio do milho. O objetivo é garantir a quem trabalha, a quem compra ou mora próximo ao Ceasa serviços essenciais à população, nas áreas da Saúde e Cidadania; com destaque para exames preventivos e emissão de documentos.


                O Lafepe está participando do evento com a estrutura de ótica, oferecendo óculos a partir de R$54,50. Com a receita em mãos, respeitando prazo de validade de um ano, o cidadão pode comprar lentes de resina multifocais, bifocais e de visão simples, em armações trabalhadas em metal fechado, acetato e fio de nylon. O pagamento pode ser feito à vista ou usando o cartão de crédito. A entrega acontece em até 15 dias, na Farmácia Lafepe do bairro de Dois Irmãos, no Recife. Vale destacar que o exame de vista está sendo oferecido, de graça, no mutirão, por equipe da Fundação Altino Ventura.   

Fonte: Comunicação Lafepe

Tecpar discute mercado de energia e lança nova edição de revista


O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) realiza nesta quarta-feira (17) o lançamento da segunda edição da Revista Smart Energy, que apresenta conteúdo científico e noticioso sobre o setor de energias renováveis. Além da apresentação da nova edição, o evento vai debater o mercado de energia com especialistas na área. O encontro, com entrada franca, está com inscrições abertas.

O evento de lançamento será aberto pelo secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes. O diretor-presidente do Tecpar, Júlio Felix, fará o lançamento oficial da publicação, que tem como tema nesta segunda edição o mercado de energia.

Avaliado
O tema da revista é também assunto para debate entre especialistas. A partir das 10h30, o mercado de energia será avaliado por especialistas da Copel, dos Institutos Lactec e da Associação Brasileira Pequenas Centrais Hidrelétricas e Centrais Geradoras Hidrelétricas (Abrapch).
O diretor de Desenvolvimento Tecnológico do Tecpar, Reginaldo Joaquim de Souza, lançará o Inventário de Gases de Efeito Estufa, documento que faz um levantamento sobre questões ambientais no instituto.

Evento
O evento será nesta quarta-feira (17), das 9h às 12h, no Campus CIC do Tecpar, que fica na Rua Algacyr Munhoz Mader, 3775, na Cidade Industrial de Curitiba. As inscrições devem ser feitas previamente pelo e-mail smartenergy@smartenergy.org.br
Smart Energy Paraná
O projeto Smart Energy Paraná mobiliza as competências que o Estado e a sociedade já têm e busca por novas competências para desenvolver esse setor do ponto de vista econômico, ambiental e social no Paraná. No governo estadual, o Tecpar secretaria o programa, que tem como função organizar as competências do Estado nessa área e atrair e fixar investimentos para a matriz energética paranaense.

Serviço
Data: Quarta-feira (17)
Horário: 9h às 12h
Local: Campus CIC do Tecpar (Rua Algacyr Munhoz Mader, 3775 – Cidade Industrial de Curitiba)
Informações e inscrições: smartenergy@smartenergy.org.br

Assessoria de Comunicação
Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar)

(41) 3316-3007 / (41) 2104-3355

Sessão de cinema no Dia das Mães Lafepe


                A concorrida programação aconteceu na tarde desta sexta-feira (12-05), no centro de treinamento do laboratório pernambucano. Em tela, a comédia Minha Mãe É Uma Peça, - O Filme 2 . Com direito a pipoca e refrigerante, mais de cem colaboradoras se dividiram em duas salas para acompanhar o longa. 


                A plateia deu boas risadas com a história de Dona Hermínia; uma mulher de meia idade e hiperativa que não larga o pé dos filhos, mesmo eles sendo bem grandinhos. Após o filme, as mães saborearam um delicioso bolo de maracujá.








Fonte: Comunicação Lafepe

Tecpar avalia planta de barracão que integra projeto para reciclagem de lixo


O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) avaliou a Planta de Gerenciamento de Resíduos Recicláveis que o Instituto Águas Paraná (ÁguasParaná) instalou em Corbélia, no Oeste do Estado, como uma das ações de um projeto que busca dar às cidades paranaenses estrutura para reciclar o lixo gerado localmente.

O Centro de Medições e Validação do Tecpar esteve na cidade para avaliar as instalações e equipamentos da planta, que é destinada para a triagem, enfardamento e comercialização dos resíduos recicláveis coletados pela associação de catadores local. O material entregue na planta é diversificado, como papelão, garrafa PET, latas de alumínio e vidro, entre outros.

De acordo com o gerente do Centro de Medições e Validação do Tecpar, João Pimpão, a avaliação gerou um relatório com observações sobre a operação realizada na planta. “A avaliação feita na Planta de Gerenciamento de Recicláveis de Corbélia mostra que as condições de operação e trabalho são satisfatórias com relação ao desempenho, à ergonomia e à segurança relacionadas aos equipamentos e instalações da planta”, pontua.
Com o relatório nas mãos, o Águas Paraná deve agora promoverá o projeto em outras partes do Estado, explica Paulo Breda, diretor de Resíduos Sólidos do instituto. “A instalação da planta de reciclagem é uma das ações que estamos levando aos municípios do Paraná. O projeto envolve ainda a disponibilização de um caminhão para a coleta seletiva e um forte investimento em educação ambiental”, salienta.

Breda destaca ainda que em Corbélia já é possível mensurar os resultados do investimento com o caminhão e com a planta de reciclagem. Antes, cada um dos catadores da associação ganhava em torno de R$ 450 por mês com o trabalho agora e com a nova infraestrutura, avaliada pelo Tecpar, os trabalhadores passaram a receber em torno de R$ 1000 mensais.

“O Programa Estadual do Sistema Integrado de Coleta Seletiva busca, além de apoiar os municípios no cumprimento da Lei Nacional de Resíduos Sólidos, dar melhor estrutura para que as pessoas que atuam na reciclagem possam ter um ambiente de trabalho adequado e uma remuneração mais justa”, ressalta Breda.

Com o projeto-piloto da planta de reciclagem avaliado pelo Tecpar, agora o Águas Paraná pretende levar as ações do programa a outros 100 municípios paranaenses. Saiba mais sobre o programa em www.aguasparana.pr.gov.br.

Tecpar
O Tecpar é uma empresa pública do Governo do Estado que tem 76 anos de atividade. Os negócios do instituto são divididos em quatro grandes unidades: Soluções Tecnológicas, para dar apoio às empresas que buscam inovar; Empreendedorismo Tecnológico Inovador, com suas incubadoras tecnológicas e com os parques tecnológicos, como o Parque Tecnológico da Saúde; Educação, com qualificação para o mercado privado e ainda com desenvolvimento de capacitações para servidores municipais de prefeituras paranaenses; e Indústria Farmacêutica e Biotecnológica, com desenvolvimento e produção de kits diagnósticos veterinários, vacina antirrábica e produção de medicamentos de alto valor agregado para a saúde pública brasileira.

O instituto foi escolhido pelo Ministério da Saúde para ser um dos fornecedores oficiais de medicamentos biológicos, que serão produzidos nos próximos anos.

Além disso, o Tecpar atende demandas do Governo do Estado - é executor de projetos na área de energias renováveis e empreendedorismo tecnológico.

Saiba mais sobre o instituto em www.tecpar.br.

Fonte: Comunicação Tecpar

Tecpar promove reunião de avaliação do Parque Tecnológico Virtual do Paraná


O Parque Tecnológico Virtual do Paraná (PTV Paraná), ação do Governo do Estado para colocar o Paraná em um ciclo de desenvolvimento de inovação tecnológica, teve novas ações alinhadas entre o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), que é a secretario executiva do projeto, e os Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) das universidades estaduais, que são os principais braços operacionais do PTV Paraná por todo o Estado.

Mais de 15% das cidades paranaenses já contam com pelo menos um ativo tecnológico registrado na plataforma do Parque Tecnológico Virtual do Paraná (PTV Paraná), que pretende atrair e fixar empresas de base tecnológica em todo território paranaense por meio do endereço eletrônico ptvparana.com.

O PTV Paraná centraliza os ativos tecnológicos e processos de negócios em uma plataforma única, reunindo instituições de ciência e tecnologia (ICTs), núcleos de inovação tecnológica (NITs), empresas de base tecnológica, incubadoras e parques tecnológicos, centros de promoção de empreendedorismo, entidades prestadoras de serviços tecnológicos e instituições de ensino e pesquisa.

De acordo com Júlio C. Felix, diretor-presidente do Tecpar e secretário executivo do projeto, o Parque Tecnológico Virtual do Paraná é um movimento para mobilizar competências no Estado. “A plataforma aproxima o empreendedor tecnológico aos ativos científicos e tecnológicos e de inovação do Estado. Além de cumprir esse papel, a plataforma tem se mostrado uma grande ferramenta de informação de Ciência, Tecnologia e Inovação no Paraná”, salienta.

O coordenador da Ciência e Tecnologia da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Evandro Razzoto, destaca que a plataforma é uma ferramenta importante para mostrar todas as competências que o Paraná reúne. "As informações disponibilizadas na plataforma auxiliam empresas a contratar produtos e consultorias dentro do próprio Estado. Precisamos que os ativos tecnológicos estejam registrados ali para haver a maior troca possível de informações", pontua.

Estiveram presentes na reunião, realizada na sede do Tecpar nesta terça-feira (9), representantes da Agência Tecpar de Inovação, da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual de Maringá (UEM), da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), da Universidade Livre do Meio Ambiente (Unilivre) e da Rede Paranaense de Metrologia e Ensaios (Paraná Metrologia).
Ativos tecnológicos
Com a ferramenta, a sociedade paranaense pode conhecer os ativos tecnológicos do Estado, catalogados em sete categorias: Pessoas, Organizações, Programas e Incentivos, Projetos e Iniciativas, Produtos, Propriedade Intelectual e Serviços. A ferramenta também abre espaço para fóruns e para atualização de calendário de eventos.

Os empresários podem, com a nova plataforma, informar suas demandas por soluções tecnológicas e conhecer as instituições mais adequadas para provê-las.
Mais que um catálogo de organizações e de iniciativas inovadoras, porém, a plataforma do PTV Paraná é uma ferramenta de gestão, reunindo uma lista de cadastro e um mapa de calor, que apresenta a distribuição dos ativos no Estado, orientando o acesso pelas empresas aos produtos e serviços tecnológicos e na tomada de decisão.

Plataforma

Cada instituição pode se cadastrar e catalogar seus programas de financiamento à inovação e seus projetos de pesquisa, por exemplo. A plataforma é a ferramenta de gestão dos ativos tecnológicos paranaenses da Seti, que é a instituição responsável pelo projeto. A plataforma ainda funciona como uma rede social, na qual os seus integrantes podem criar fóruns e troca de informações sobre projetos inovadores no estado.

Assessoria de Comunicação 
Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) 
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lunos da Uninassau de Maceió visitam o Lafepe


                Uma turma formada por 34 alunos do curso de Farmácia da Uninassau de Alagoas esteve, nesta terça-feira (09-05), no setor de produção dos comprimidos, no controle de qualidade e na área de pesquisa e desenvolvimento do laboratório pernambucano.

                O grupo do nono período contou com a supervisão da professora Ana Flávia Oliveira. Para a mestra, a oportunidade de vivenciar o fluxo de um laboratório do porte do Lafepe representa muito mais do que a possibilidade de compreender melhor o conteúdo visto em sala  de aula. "Além de terem uma visão detalhada e prática do ambiente industrial, os estudantes ganham a oportunidade de perceber o setor com o qual mais se identificam", pontua Ana Flávia.

                As experiências apreendidas na visita ao Lafepe serão sistematizadas pelos alunos em resumo científico, de caráter avaliativo. 






Fonte: Lafepe

Tecpar promove curso sobre tratamento da não conformidade


O Tecpar Educação, divisão do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) responsável por produzir conteúdos para qualificação profissional, promove, no dia 19 de maio, o curso “Tratamento da Não Conformidade”. As inscrições estão abertas.

Realizado em participação com o Paraná Metrologia, o curso tem como objetivo orientar os participantes a conduzirem trabalhos de verificação e registro das não conformidades e aplicar as ações corretivas e preventivas necessárias. Na sequência, os participantes desenvolverão atividades de melhoria em laboratórios de ensaios e de calibração.

O conteúdo, voltado a profissionais que atuam em laboratórios, vai explorar o controle de trabalhos de ensaios e calibração não conforme; a análise de causa-raiz; o monitoramento, a seleção e implementação de ações corretivas; e as auditorias adicionais.

O curso acontece no dia 19 de maio, das 8h às 17h, no campus CIC do Tecpar, que fica na Rua Professor Algacyr Munhoz Mader, 3775, na Cidade Industrial de Curitiba. As inscrições custam R$ 475 e podem ser feitas pelo e-mail cursos@paranametrologia.org.br. Mais informações podem ser obtidas pelo site www.paranametrologia.org.br e pelo telefone (41) 3362-6622.

Tecpar
O Tecpar é uma empresa pública do Governo do Estado que tem 76 anos de atividade. Os negócios do instituto são divididos em quatro grandes unidades: Soluções Tecnológicas, para dar apoio às empresas que buscam inovar; Empreendedorismo Tecnológico Inovador, com suas incubadoras tecnológicas e com os parques tecnológicos, como o Parque Tecnológico da Saúde; Educação, com qualificação para o mercado privado e ainda com desenvolvimento de capacitações para servidores municipais de prefeituras paranaenses; e Indústria Farmacêutica e Biotecnológica, com desenvolvimento e produção de kits diagnósticos veterinários, vacina antirrábica e produção de medicamentos de alto valor agregado para a saúde pública brasileira.

Além disso, o instituto atende demandas do Governo do Estado – é executor de projetos na área de energias renováveis e empreendedorismo tecnológico.
Saiba mais sobre o instituto em www.tecpar.br.

Serviço
Curso "Tratamento da Não Conformidade"
Data: 19 de maio
Horário: das 8h às 17h
Investimento: R$ 475
Local: Câmpus CIC do Tecpar (Rua Algacyr Munhoz Mader, 3775 – Cidade Industrial de Curitiba)
Informações: Pelo site www.paranametrologia.org.br e pelo telefone (41) 3362-6622

Assessoria de Comunicação
Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar)
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Doenças Raras é tema de evento nacional


O problema de saúde pública, que já atinge cerca de 13 milhões de brasileiros, foi foco central de debate, realizado no dia 4 de maio, durante o IX Fórum Nacional de Políticas de Saúde, no Senado Federal

O Senado Federal reuniu, nesta quinta-feira, 4 de maio, profissionais da saúde, parlamentares, autoridades do Ministério da Saúde e representantes de outras entidades, públicas e privadas, para debater um problema que atinge cerca de 13 milhões de pessoas no Brasil: as doenças raras. O tema foi amplamente abordado durante o IX Fórum Nacional de Políticas de Saúde no Brasil, realizado pelo Programa Ação Responsável em parceria com o Governo Federal. O evento gratuito contou com participação ativa do público, que lotou o auditório do Interlegis, no Senado Federal, das 9 às 14h.

Clementina Moreira Alves, presidente do Instituto Brasileiro de Ação Responsável, abriu a tribuna do evento ressaltando a importância de repetir o tema, apresentado com sucesso no ano passado - doenças raras. "Acho oportuno repetir a temática, tendo em vista que não é menos necessário garantir acesso, cidadania, inovação, cura, tratamento e qualidade de vida a essas pessoas. É muito mais do que falar de políticas de saúde. É falar de humanidade", disse, ao dar boas-vindas ao público.

Presente na mesa de abertura do Fórum, o deputado federal Diego Garcia (PHS/PR) defendeu que o tema precisa ser mais debatido e elogiou a iniciativa. "A cada ano me sinto mais engajado nas causas das doenças raras. E um evento como esse, que ocorre em uma casa legislativa, provoca reações", garantiu Garcia, que hoje preside a Frente Parlamentar de Doenças Raras.  Ressaltou, ainda, que há muito a ser feito no que tange ao trabalho legislativo. "Mais de 40% das pessoas estão desamparadas e algo tem que ser feito”. Na ocasião, se considerou esperançoso em relação ao trabalho do atual ministro da Saúde, Ricardo Barros, e defendeu o PL 3077/2015 da senadora Ana Amélia (PP/RS), que amplia a triagem neonatal, mais conhecida como teste do pezinho.

"Apesar de muitas doenças raras não terem cura, precisamos pensar na qualidade de vida desses pacientes. Que venham mais fóruns como esse, pois todas essas informações são importantíssimas para dar mais aconchego às famílias e aos portadores de doenças raras", destacou a deputada federal Mara Gabrilli (PSDB/SP). A parlamentar focou parte de sua explanação na área pediátrica, lembrando que não há uma política específica para o transplante de órgãos pediátricos e sugeriu, na oportunidade, a criação de uma audiência pública para abordar o tema.

O deputado federal Alan Rick (PRB/AC) destacou a relevância do PLC 56/2016, em tramitação no Senado Federal - que institui a Política Nacional para Doenças Raras, no Sistema Único de Saúde (SUS), com objetivo de proporcionar o acesso aos serviços e aos cuidados adequados aos pacientes diagnosticados com alguma forma de doença rara e, quando for o caso, o acesso aos tratamentos disponíveis no mercado, inclusive por meio de mecanismos diferenciados para o registro sanitário e a incorporação de medicamentos órfãos no SUS. “Julgo esse, como sendo de suma importância, porque cria uma rede de doenças raras. Ano passado gastamos mais de R$ 500 milhões com ações judiciais. Ou seja, esse PLC é de suma importância para avançarmos. Temos que fazer de tudo para mobilizar outros parlamentares a se juntarem a nós nessa luta”, argumentou.

Representando a Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Flávio Vormittag, doutor e Coordenador Geral de Sangue e Hemoderivados, fechou a mesa de abertura do Fórum. Na ocasião, ele também defendeu a importância da ampliação da triagem neonatal, ou teste do pezinho, tão importante no diagnóstico precoce das doenças raras. "Hoje, seis doenças são diagnosticadas com o teste do pezinho. O programa está em todos os estados brasileiros. O que procuramos quando incluímos novas doenças no hall de testes de triagem neonatal, é ter a garantia do diagnóstico confirmado, bem como o acesso ao atendimento e ao tratamento adequado dessas doenças", afirmou.

O IX Fórum Nacional de Políticas de Saúde seguiu com uma mesa técnica representativa, formada por: Eduardo David, coordenador substituto da Coordenação Geral de Atenção Especializada do Departamento de Atenção Especializada e Temática da Secretaria de Assistência a Saúde/SAS/MS; Ávila Teixeira Vidal, coordenadora de Avaliação de Monitoramento de Tecnologias do Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde; Carolina Fischinger, doutora e presidente da Sociedade Brasileira de Genética Médica (SBGM); Gisela Martina Bohns Meyer, doutora e coordenadora do Serviço de Hipertensão Pulmonar da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre; Antoine Daher, presidente da Casa Hunter e membro da Comissão da Câmara Técnica de Doenças Raras (CFM). A mesa foi moderada pela biomédica e especialista em Saúde Pública da Sociedade Brasileira de Triagem Neonatal e Erros Inatos do Metabolismo, Eliane Pereira dos Santos.

Em sua palestra, Eduardo David apresentou um breve resumo dos avanços e desafios na implantação da Portaria GM/MS nº 199/2014. Na ocasião citou a definição de doenças, segundo a OMS, em que 65 pessoas, em cada 100 mil, são portadores de alguma doença rara, o que representa entre 6 e 8% da população brasileira, divididas entre 80% genéticas e 20% ambientais. Eduardo colocou como os maiores desafios no tratamento das doenças raras a falta de dados epidemiológicos, os tratamentos inespecíficos, a oferta de poucos médicos especializados e a judicialização dos medicamentos para essas doenças.

Ávila Teixeira Vidal focou a sua apresentação no uso de evidências para o estabelecimento de diretrizes clínicas para doenças raras. Na ocasião, Ávila destacou a Política Nacional de Atenção Integral às pessoas com Doenças Raras, afirmando que a iniciativa teve grande participação social e “clamou pelo cuidado e pelo olhar da população”. De acordo com a representante do Ministério da Saúde, dentre 8 mil doenças, 60 foram citadas e priorizadas. Destas 48 foram inseridas no eixo genético e 12 no eixo não genético. Os maiores desafios da política foram contemplar todos os eixos e grupos das políticas de doenças raras, ouvir a opinião dos especialistas e atender às expectativas das pessoas portadoras.

Carolina Fischinger enriqueceu o Fórum, chamando a atenção para a necessidade do Brasil investir em pesquisas e em pesquisadores para atuarem internamente, a fim de evitar a importação de pesquisas que poderiam se desenvolver no país. "Há uma evasão de bons pesquisadores brasileiros. Trago esse assunto para a reflexão de todos", destacou. Falou ainda da Portaria Nº 199/2014 do Ministério da Saúde - que institui a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras - e a importância de se trabalhar essa política, em conjunto com a indústria farmacêutica, de modo a possibilitar o trabalho com evidências científicas.

Gisela Martina ressaltou a urgência que os casos de doenças raras demandam, a exemplo da hipertensão arterial pulmonar (HAP). Após apresentar alguns vídeos com relatos de portadores da doenças raras, acerca dos problemas enfrentados, que praticamente impossibilitam uma vida normal, completou com informações acerca dos entraves apresentados pelo próprio sistema de atendimento desses pacientes. "As maiores dificuldades estão, sem dúvidas, nas burocracias. Muitas vezes precisamos de atalhos para fazer exames e tratamentos, porque a burocracia inviabiliza o trabalho com esses pacientes".

Antonie Daher discursou sobre o cenário da doença rara sob a ótica do paciente, enfatizando a importância da otimização do diagnóstico. “Se pudermos ofertar o diagnostico precoce será possível levar qualidade de vida aos pacientes. Terapias aprovadas e definidas podem mudar esse cenário”, disse Antonie. O especialista ressaltou ainda, a importância do país avançar em pesquisas clínicas, mesmo diante de tantos entraves. “Não são 13 milhões de pacientes, mas 50 milhões, pois toda a família fica doente junto. Temos que olhar as novas tecnologias e a saúde como investimento e avançar urgentemente”. Daher falou também sobre a banalização da judicialização e dos altos custos que o governo arca por não ter medicamentos essenciais regulamentados: “via SUS um medicamento custaria R$2.500 por paciente. Já, por meio da Justiça, ele sai por R$ 10mil e a culpa não é do paciente. Se existem drogas caríssimas, essa não é a discussão. O fato é que o governo tem que viabilizar. Temos que priorizar a saúde e a dignidade humana”.

A deputada federal Mariana Carvalho (PSDB/RO) também compareceu ao Fórum, durante as apresentações da mesa técnica. Na ocasião, parabenizou a iniciativa do Programa Ação Responsável em tratar do tema de tão grande relevância para o país. “Se as dificuldades encontradas são grandes para quem vive nas grandes cidades, imagine para as comunidades ribeirinhas”, questionou, colocando seu gabinete à disposição para atuar em prol dos avanços necessários.

As fotos do evento, bem como os slides apresentados na mesa técnica estão disponíveis na página do evento em www.acaoresponsavel.org.br.

Etcetera Comunicação
Telefone: (61) 3573-4992 / 9170-0606 / 9114-4584


Tecpar promove curso de documentação para laboratórios


O Tecpar Educação, divisão do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) responsável por produzir conteúdos para qualificação profissional, promove, no dia 12 de maio, o curso "Elaboração de Documentos para Laboratórios". As inscrições estão abertas.
Ministrado em parceria com o Paraná Metrologia, o curso tem como objetivo apresentar aos participantes como desenvolver a documentação do Sistema de Gestão da Qualidade para Laboratórios de Calibração e Ensaios, para atender aos requisitos da Norma ABNT NBR ISSO/IEC 17025:2005.
O conteúdo, voltado a profissionais que atuam em laboratórios, vai explorar os requisitos das normativas e ainda apresentar orientações para a elaboração de manual da qualidade, de listas mestras, de procedimentos gerenciais, de formulários da qualidade e técnicos e de procedimentos técnicos.

O curso será das 8h às 17h, no campus CIC do Tecpar, que fica na Rua Professor Algacyr Munhoz Mader, 3775, na Cidade Industrial de Curitiba. As inscrições custam R$ 475 e podem ser feitas pelo e-mail cursos@paranametrologia.org.br. Mais informações podem ser obtidas pelo site www.paranametrologia.org.br e pelo telefone (41) 3362-6622.

Tecpar
O Tecpar é uma empresa pública do Governo do Estado que tem 76 anos de atividade. Os negócios do instituto são divididos em quatro grandes unidades: Soluções Tecnológicas, para dar apoio às empresas que buscam inovar; Empreendedorismo Tecnológico Inovador, com suas incubadoras tecnológicas e com os parques tecnológicos, como o Parque Tecnológico da Saúde; Educação, com qualificação para o mercado privado e ainda com desenvolvimento de capacitações para servidores municipais de prefeituras paranaenses; e Indústria Farmacêutica e Biotecnológica, com desenvolvimento e produção de kits diagnósticos veterinários, vacina antirrábica e produção de medicamentos de alto valor agregado para a saúde pública brasileira.

Além disso, o instituto atende demandas do Governo do Estado – é executor de projetos na área de energias renováveis e empreendedorismo tecnológico.
Saiba mais sobre o instituto em www.tecpar.br.

Serviço
Curso "Elaboração de Documentos para Laboratórios"
Data: 12 de maio
Horário: das 8h às 17h
Investimento: R$ 475
Local: Câmpus CIC do Tecpar (Rua Algacyr Munhoz Mader, 3775 – Cidade Industrial de Curitiba)
Informações: Pelo site www.paranametrologia.org.br e pelo telefone (41) 3362-6622

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Lafepe capacita servidores da Saúde



Colaboradores da 5ª Regional de Saúde (Geres), com sede em Garanhuns, participaram de capacitação na sede do Lafepe, em Dois Irmãos, na manhã desta quarta-feira, dia 03. As servidoras do Estado foram treinadas para auxiliar na medição dos óculos e escolha de armação junto aos alunos que serão beneficiados com o Programa Boa Visão.

Ana Cláudia de Mendonça, do Núcleo de Atenção à Saúde da 5ª Geres, foi uma das servidoras capacitadas para a ação  que será realizada no período de 12 a 22 de junho próximo, em Garanhuns. Também participaram do treinamento, no Lafepe, as residentes em Saúde Coletiva da Escola de Governo, Priscila Mesquita e Vanessa Magalhães; e assessora regional do Grupo de Microcefalia, Josiane Alves.
Iniciativa conjunta da Secretaria Estadual de Saúde (SES) e da Secretaria Estadual de Educação (SEE), o Projeto Boa Visão em Garanhuns terá apoio do Lafepe, da OneSight e da Fundação Altino Ventura (FAV). Na ocasião, serão atendidos 5.000 estudantes de Garanhuns e municípios vizinhos.

BOA VISÃO - Criado a partir da Lei Nº 14.511, de 07 de dezembro de 2011, trata-se de um programa do Governo de Pernambuco que busca melhorar o desempenho e desenvolvimento de crianças e jovens em idade escolar, contribuindo assim para aumentar o rendimento dos mesmos e evitar a evasão da sala de aula

Fonte:  Comunicação Lafepe

Empresa incubada no Tecpar é uma das mais atraentes para investimentos no Brasil



A Beenoculus, empresa abrigada na Incubadora Tecnológica do Tecpar (Intec), foi a segunda colocada no Ranking 100 Open Startups Brasil 2017, que elenca as empresas mais atraentes para negócios e investimentos do país. A companhia, que desenvolveu um óculos de realidade virtual de baixo custo para smartphones e uma plataforma em nuvem para distribuir material audiovisual com imagens em 360 graus, participa do programa de incubação do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) desde 2014.

Com contratos fechados com gigantes nacionais como Itaú Unibanco, Cisco e Embraer, a Beenoculus atua no setor de educação formal, técnica e profissional e foi classificada pelo ranking em primeiro lugar na categoria “Futuro da Educação”.

O 100 Open Startups é uma plataforma internacional de conexão de startups e grandes empresas. O ranking é resultado de um processo anual que envolve especialistas do mercado, como aceleradoras, investidores e grandes empresas, e reconhece as startups que mais despertaram interesse em grandes instituições.

Competição
As etapas incluíram o processo online com mais de quatro mil avaliações, além de outras quatro mil análises geradas em encontros e demo days em diversas cidades do Brasil (Curitiba, Campinas, Rio de Janeiro, São José dos Campos, Recife, Porto Alegre, São Paulo, Florianópolis e Belo Horizonte).

As 100 startups que apresentaram melhor desempenho no período de um ano, despertando interesse ou fechando contratos com grandes empresas brasileiras, estão no Ranking 100 Open Startups Brasil 2017.

Premiada
A Beenoculus acumula outras premiações. Em 2015, a empresa foi a vencedora do 4º Prêmio Estadão PME, na categoria Tecnologia Criativa. Ainda naquele ano, a Beenoculus foi a primeira colocada do Prêmio Bem Feito no Paraná, do jornal Gazeta do Povo, na categoria Startup. Conheça a empresa pelo site www.beenoculus.com.

Intec
Empreendedores que queiram participar do programa de incubação do Tecpar podem se inscrever ao longo do ano para concorrer a uma vaga em uma das duas unidades da Intec, em Curitiba e em Jacarezinho.

São ofertadas vagas para a modalidade residente – quando a empresa fica nas dependências da Intec – e para a incubação não residente, quando o empresário não se instala na incubadora, mas conta com o apoio dos especialistas do instituto.

Podem participar do processo de incubação pessoas físicas, como universitários, pesquisadores e empreendedores que tenham um negócio inovador, ou pessoas jurídicas. Ao longo de 27 anos, a Intec já deu suporte tecnológico a mais de 100 negócios.

No momento, nove empresas passam pelo programa da Intec, com o desenvolvimento de tecnologias em diversas áreas: Beetech/Beenoculus, Werker, Vuk Personal Parts, Compracam, Provena, RR Import, Forrest Brasil Tecnologia, OrangeLife e Neurocel.
Conheça a incubadora do Tecpar pelo site intec.tecpar.br/comoincubar.

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Tecpar adquire novas tecnologias para verificar contaminantes em alimentos


O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) adquiriu três equipamentos que juntos oferecem uma maior precisão na investigação da presença de contaminantes em alimentos. As novas tecnologias foram instaladas no Centro de Tecnologia em Saúde e Meio Ambiente do instituto e estão disponíveis para analisar amostras de clientes de todo o Brasil.
Um dos equipamentos, o Sistema Cromatógrafo a Gás acoplado a Espectrômetro de Massa (GC-MS), permite a pesquisa de compostos orgânicos contaminantes de elevada toxicidade em amostras ou produtos diversos da área da saúde e meio ambiente. “Com o novo sistema, será possível elevar a velocidade analítica dos ensaios tecnológicos e atender plenamente os requisitos analíticos atuais dos ensaios citados em amostras de água em atendimento às legislações brasileiras definidas pelo Ministério da Saúde, em produtos da saúde”, salienta Daniele Adão, gerente do centro.

Essa tecnologia permite fazer o controle da qualidade de águas destinadas à produção de medicamentos e análise de resíduos de esterilização, bem como análises de embalagens destinadas à preservação e armazenamento de alimentos.

Outra tecnologia instalada recentemente no Tecpar é o Sistema Espectrofotômetro UV/visível com detecção por fibra óptica, que permite a pesquisa de elementos químicos em nível traço ou como contaminantes em amostras diversas, principalmente das áreas da saúde e meio ambiente.

“Este equipamento permite a determinação de alumínio em água para hemodiálise, vacinas e em outras matrizes da área da saúde, bem como a detecção de metais pesados tóxicos, como arsênio, cádmio, chumbo, cromo e mercúrio em amostras de fertilizantes, empregando um novo sistema de detecção utilizando fibra óptica”, exemplifica Daniele.
Ainda no campo de análise de alimentos, o Sistema Espectrômetro de absorção atômica com chama sequencial permite a determinação simultânea dos elementos químicos. O sistema tem várias aplicações, entre elas estão os trabalhos do Tecpar com a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Adapar), para fiscalização da qualidade de fertilizantes, biofertilizantes, corretivos, inoculantes e substratos para plantas.

Ensaios laboratoriais
O Tecpar atende também a Adapar em seus trabalhos de coleta de amostras de fertilizantes, corretivos e amostras vegetais, com a realização de ensaios laboratoriais, que possibilitam acompanhar a qualidade dos fertilizantes e a possível presença de resíduos de agrotóxicos em amostras vegetais. “Os trabalhos da Adapar têm os objetivos de resguardar a qualidade dos insumos agrícolas, como os fertilizantes e agrotóxicos, bem como resguardar a saúde dos agricultores que aplicam os agrotóxicos e da população consumidora de alimentos de origem vegetal. Essa fiscalização minimiza os danos ao meio ambiente e defende a produção agrícola do Paraná”, diz a gerente do Centro de Tecnologia em Saúde e Meio Ambiente do Tecpar.

Soluções tecnológicas
Três grandes áreas são foco dos negócios dos centros tecnológicos do Tecpar: saúde e meio ambiente, tecnologia em materiais e medições e validação.

Interessados em conhecer as soluções tecnológicas desenvolvidas pelo Tecpar podem acessar o site portal.tecpar.br/solucoes-tecnologicas.

Assessoria de Comunicação
Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar)

(41) 3316-3007 / (41) 2104-3355

Paraná busca novas parcerias com a Índia na área farmacêutica


O Paraná busca novas parcerias farmacêuticas com a Índia na International Exhibition for Pharma and Healthcare (Iphex 2017), um dos maiores eventos do setor do mundo, que acontece entre 27 a 29 de abril, na cidade de Hyderabad, naquele país. A exposição reúne cerca de 300 empresas indianas ligadas à indústria farmacêutica e da saúde. O secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes, o diretor-presidente do Tecpar, Júlio Felix, e o diretor da Agência Paraná de Desenvolvimento, Adalberto Netto representam o Estado na comitiva brasileira que participa da feira.

Mais de 400 compradores estrangeiros estão na exposição organizada pela Pharmexil (Conselho de Promoção à Exportação de Farmacêuticos da Índia) e apoiada pelo Governo Indiano, por meio do seu Ministério do Comércio e da Indústria. Em sua quinta edição, o evento recebe representantes de cerca de 100 países.

A Índia está entre os dez maiores destinos de exportação do Paraná. O secretário João Carlos destacou a importância de avançar com novas parcerias entre o Estado e a Índia, com foco na transferência de tecnologia.

“Podemos ampliar a boa relação já existente entre os dois países no setor comercial para o segmento científico e da pesquisa. A Índia possui uma indústria de pesquisa e desenvolvimento, que engloba a indústria farmacêutica, biotecnologia, nanotecnologia, e todo tipo de investigações relacionadas com a ciência, a engenharia e tecnologia, e o Paraná desponta no Brasil com um potencial para o desenvolvimento de novos medicamentos”, explicou.

Parcerias
No início da semana, a comitiva do Paraná visitou potenciais parceiros na área de medicamentos. Entre eles estão a Natco Pharma Limited, uma Joint Venture entre Natco Pharma Limited, da Índia, e LevoMed Inc, dos Estados Unidos.

Recentemente, representantes da Natcofarma Brasil, estiveram reunidos com a equipe de desenvolvimento e transferência de tecnologia do Tecpar para apresentar seu portfólio de medicamentos sintéticos para submissão de projeto de PDP, conforme listagem de medicamentos estratégicos para o SUS. A empresa está em fase de preparação regulatória para consolidação de suas divisões de produtos farmacêuticos, oncológicos, oftálmicos, hospitalar e produtos de higiene pessoal no Brasil.

Ainda em Hyderabad, a comitiva visitou o Centre for Cellular and Molecular Biology (CCMB) e o Indian Institute of Chemical Technology (IICT). O CCMB é uma organização de pesquisa criada em 1977, com o objetivo de realizar estudos de novas técnicas nas áreas interdisciplinares da biologia. O Centro oferece programas acadêmicos, como o de Ph.D., de treinamento – mestrado, doutorado e cursos de verão – além de oportunidades para alunos de ensino médio com o programa Young Innovators. O CCMB também conta com grupos de pesquisas e desenvolvimento de patentes.

O Indian Institute of Chemical Technology é reconhecido internacionalmente por ser o primeiro da Índia em se especializar em pesquisa e desenvolvimento. Tem também um viés social, buscando abrir vagas de emprego na região e com projetos voltados à melhoria de vida. Possui em sua estrutura um centro destinado a fins acadêmicos, com programas de mestrado, doutorado, Ph.D. e especialização.

Hyderabad é a segunda maior cidade da índia em termos de área e a quarta maior população de toda a Índia. Nos arredores da cidade foi construído um complexo tecnológico, conhecido como Hitec City, popularmente conhecido como Vale do Silício da Índia.

A cidade abriga muitas instituições de ensino superior importantes da Índia, entre elas está a Universidade Osmania, fundada em 1918, uma das mais antigas do país, e a Universidade de Hyderabad, fundada em 1974, muito conceituada por desenvolver pesquisas na área de tecnologia da informação. As duas instituições são públicas.

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Lafepe marca presença na reunião do GECIS


Na tarde da quinta-feira, dia 27, o presidente do Lafepe, Flávio Gouveia, participou da 13ª Reunião do Grupo Executivo Industrial da Saúde (GECIS), realizada no Centro Internacional de Convenções de Brasília (DF). Com ele, os farmacêuticos Djalma Dantas e Aíla Santana, respectivamente, diretor Comercial e a coordenadora de Pesquisa e Desenvolvimento do Lafepe.

O encontro, que contou com a participação do ministro da Saúde, Ricardo Barros, colocou em discussão, dentre outros temas, as parcerias para o desenvolvimento produtivo (PDP´s). Na ocasião, foi feita a análise da lista de produtos estratégicos para o Sistema Único de Saúde (SUS) no ano de 2017; apresentado o sistema virtual de submissão de propostas de PDP; e anunciada a revisão do prazo e recomendações para submissão de propostas de projetos de PDP.


Coordenado pelo Ministério da Saúde, o GECIS foi instituído em 2008 para promover medidas e ações concretas visando à criação e implementação do marco regulatório brasileiro, referente à estratégia de desenvolvimento do Governo Federal para a área da saúde, segundo as diretrizes das políticas nacionais de fortalecimento do complexo produtivo e de inovação em saúde, bem como propor outras medidas complementares.

Universitários da Paraíba visitam o Lafepe



Em busca de referência prática para complementação de seus aprendizados, 45 estudantes do curso de Farmácia da Faculdade Maurício de Nassau, de Campina Grande, na Paraíba, estiveram na sede do Lafepe, em Dois Irmãos, na manhã desta quinta-feira, dia 27.
Os universitários que integram as turmas do 6º, 7º e 8º períodos conheceram de perto as etapas do processo de produção dos medicamentos Lafepe; a estrutura do controle de qualidade; os galpões de armazenamento de matéria-prima, embalagens e produtos acabados; e a área de logística de armazenamento e de distribuição de produtos.

Acompanhando a programação, a professora Lidiane Pinto Correia, que ministra a disciplina Tecnologia dos Medicamentos, destacou que a visita ao laboratório pernambucano faz parte de um trabalho para associar as boas práticas de fabricação, vistas em sala de aula, de forma teórica, com a experiência prática. “A ideia é conferir, in loco, como estas medidas são aplicadas na indústria farmacêutica”, disse a mestra.