Videos

Publicado em 28 de jan de 2016. O novo boletim divulgado nesta quarta-feira (27) aponta também que 270 casos já tiveram confirmação de microcefalia, sendo que 6 com relação ao vírus Zika. Outros 462 casos notificados já foram descartados. Ao todo, 4.180 casos suspeitos de microcefalia foram registrados até 23 de janeiro.

Tecpar convida para a 3ª Conferência Internacional de Energias Inteligentes

Os preparativos finais para a realização da 3ª Conferência Internacional de Energias Inteligentes (CIEI&EXPO 2016), evento oficial do projeto Smart Energy Paraná, já estão quase prontos. O evento, promovido pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), é um dos maiores do Brasil na área de energias renováveis.

A conferência, realizada de 16 a 18 de novembro, no Campus da Indústria da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) – um dos parceiros do projeto –, dissemina o conhecimento e induz ações de desenvolvimento em energias renováveis, trazendo temas da atualidade para o debate como Eficiência Energética, Geração Distribuída e Políticas Públicas.

No governo estadual, o Tecpar secretaria o programa Smart Energy Paraná, que tem como função organizar as competências do Estado nessa área e atrair e fixar investimentos para a matriz energética paranaense. “A conferência é um momento em que agentes públicos, academia e empresários se reúnem para debater o que há de mais novo no setor. Como secretaria executiva do projeto, o Tecpar busca investimentos em energias renováveis e inteligentes para o Paraná”, pontua o diretor-presidente do instituto, Júlio C. Felix.

De acordo com Daniel Fraxino, um dos coordenadores da conferência, o evento vai marcar o lançamento de duas ferramentas de aproximação entre pesquisadores, empresários e representantes do governo: a Revista Smart Energy, que apresentará conteúdo científico e noticioso sobre o setor de energias renováveis; e o “Portal” Smart Energy Paraná, que pretende ser uma ferramenta de interação entre agentes do setor e reunir informações voltadas à legislação e a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I).

O evento vai sediar ainda o IV Seminário de Eficiência Energética e o 1º Congresso Brasileiro de Geração Distribuída (CBGD). “Estamos trazendo a Curitiba especialistas do Brasil e de outros países para debater o que há de mais atual nas discussões empresariais e acadêmicas sobre energias inteligentes”, ressalta Fraxino.

As inscrições para a conferência estão abertas e podem ser feitas pelo site smartenergy.org.br/evento. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail smartenergy@smartenergy.org.br.

Serviço
3ª Conferência Internacional de Energias Inteligentes (CIEI&EXPO 2016)
Data: de 16 a 18 de novembro
Local: Campus da Indústria da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) – Avenida Comendador Franco, 1341 – Jardim Botânico

Informações e inscrições: smartenergy.org.br/evento






Funed fiscaliza qualidade da água tratada para hemodiálise no estado


A Fundação Ezequiel Dias (Funed), por meio do Instituto Octávio Magalhães (IOM), Laboratório Central de Saúde Pública de Minas Gerais (Lacen-MG), é responsável pela vigilância da qualidade da água em todos os serviços de diálise do estado. Há mais de dez anos a Funed realiza estas análises, atendendo a um cronograma elaborado pela Vigilância Sanitária estadual, para fiscalizar todos os 89 serviços de diálise em funcionamento no estado.

A água utilizada nestes estabelecimentos de saúde não é a mesma usada para consumo e faz parte de uma solução que ajuda a limpar as impurezas do sangue em pacientes submetidos à hemodiálise. De acordo com Kléber Eduardo Baptista, chefe da Divisão de Vigilância Sanitária do IOM, esta solução deve ser totalmente pura, sem contaminação microbiológica e química para garantir a segurança do paciente. “A legislação vigente determina que o monitoramento da qualidade da água seja feito de forma frequente e periódica pelo serviço de diálise e que as análises sejam realizadas por laboratório analítico, licenciado junto ao órgão sanitário competente”, esclarece.

Análise
Após a coleta, as amostras devem ser processadas em 24 horas. Em cada serviço de diálise são recolhidas de quatro a cinco amostras coletadas para análises microbiológicas, físico-químicas e de metais pesados, conforme esclarece Kléber Baptista.

A análise pode ser feita na presença do responsável técnico pelo serviço de diálise, para garantir o direito constitucional de defesa ou contraditório. “É uma análise que exige excelência e a garantia da qualidade. A Vigilância Sanitária coleta as amostras, que são encaminhadas à Funed para um procedimento de análise fiscal, cujo resultado dá subsídio para atuação do órgão”, explica Kléber.

A hemodiálise é um serviço de alta complexidade oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para garantir a qualidade do serviço e a segurança dos pacientes, é obrigatório que todos os serviços de diálise disponham de normas, procedimentos e rotinas técnicas escritas e atualizadas, de todos os seus processos de trabalho.


Tecpar apoia pesquisa acadêmica de estudantes paranaenses

Os laboratórios e especialistas do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) além de realizarem ensaios e desenvolverem soluções tecnológicas para o mercado brasileiro também dão apoio a pesquisas acadêmicas de estudantes paranaenses. Como instituto de ciência e tecnologia e empresa pública do Governo do Paraná, o Tecpar exerce assim sua responsabilidade social ao apoiar a geração de conhecimento no estado.

O Centro de Tecnologia de Materiais do Tecpar, por exemplo, realizou um ensaio que ajudou a engenheira Herminia Dallegrave Bonfim Breginski, hoje mestre em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), a confirmar resultados de sua pesquisa de mestrado.

Ela estudou a emissão de formaldeído por madeira composta (MDF, compensado, MDP e OSB), utilizadas nos materiais de construção e de decoração, principalmente em mobiliário. O experimento no Tecpar ajudou também a confirmar a eficiência de um medidor domiciliar de formaldeído. O formaldeído é um composto utilizado na cola da madeira que, quando inalado de maneira constante, pode gerar câncer além de ser gatilho da asma.

Para checar o resultado da pesquisa, Herminia buscou o laboratório de madeira e móveis do Tecpar. “Com o ensaio realizado no instituto, junto com especialistas do setor, cheguei à conclusão que o medidor revela de forma segura a emissão de formaldeído. Esse resultado é importante para que lojas, profissionais de decoração e marcenarias possam usar esse equipamento para dar mais segurança aos seus clientes e funcionários”, explica.

A bacharel em Química e mestre em Engenharia e Ciências dos Materiais do Tecpar, Luciana Barreto Adad, que acompanhou o ensaio, ressalta que a realização de ensaio é um incentivo importante à pesquisa dos estudantes. “Em duas ou três horas de acompanhamento do estudante conseguimos apoiá-lo para chegar a resultados mais conclusivos a sua pesquisa acadêmica”, pontua.

O diretor-presidente do Tecpar, Júlio C. Felix, salienta que o apoio a acadêmicos que desenvolvem pesquisas científicas é importante para o estado do Paraná. “O Tecpar, como instituto de ciência e tecnologia e empresa pública do Governo do Paraná, cumpre dessa forma a sua responsabilidade social ao apoiar a geração de conhecimento no estado”, ressalta.

Soluções tecnológicas
Quatro grandes áreas são foco dos negócios dos centros tecnológicos do Tecpar: Saúde e Meio Ambiente, Tecnologia em Materiais, Medições e Validação e Informações Tecnológicas.

O Centro de Tecnologia de Materiais, por sua vez, tem foco no atendimento de empresas nos segmentos de cadeia produtiva de materiais metálicos, poliméricos, médico-odonto-hospitalares, de sinalização viária, energias e madeiras e móveis.

Interessados em conhecer as soluções tecnológicas desenvolvidas pelo Tecpar podem acessar o site portal.tecpar.br/solucoes-tecnologica.

Fórum nacional debate estratégias para ampliação do acesso a medicamentos essenciais


O VIII Fórum Nacional sobre Medicamentos no Brasil abre, dia 8 de novembro, no Senado Federal, espaço para debater os rumos do setor junto a representantes de diversas áreas ligadas ao tema. O evento discutirá o acesso a medicamentos no SUS, bem como a Nova Política de Inovação, que tem como promessa R$ 6,4 bilhões de investimentos para o setor

Segundo dados do Ministério da Saúde, os gastos com medicamentos oferecidos pelo SUS cresceram 78% em quatro anos - de R$ 6,9 bilhões, em 2010, para R$ 12,4 bilhões, em 2014. Essa política de assistência farmacêutica também visa atender a novas doenças e tratamentos. O órgão garantiu, ainda, investimentos de R$ 6,4 bilhões para incentivar a produção nacional de medicamentos, insumos e tecnologias em saúde com geração de emprego, renda e benefícios aos brasileiros. Com objetivo de ampliar o debate sobre o cenário de medicamentos no país, o Programa Ação Responsável promove, no dia 8 de novembro, o VIII Fórum Nacional sobre Medicamentos no Brasil. Com o tema central “Estratégias para acesso a medicamentos essenciais”, o evento está com inscrições abertas (gratuitas), através do site www.acaoresponsavel.org.br. As vagas são limitadas.

Entre os conferencistas confirmados no evento está o pesquisador americano, Dr. Peter Pitts, presidente do Center for Medicine in the Public Interest - organização americana de pesquisa educacional apartidária e sem fins lucrativos, que visa discutir e desenvolver cuidados em saúde focados no paciente. No Fórum, ele apresenta a palestra “O Valor da Regulação Empreendedora: como políticas de regulação farmacêutica podem contribuir para assegurar um sistema de saúde melhor e mais equânime”.

Serão abordados no Fórum: as estratégias para ampliação do acesso; o ambiente regulatório favorável ao desenvolvimento tecnológico; a gestão, avaliação e incorporação de medicamentos inovadores; a importância do mercado farmacêutico concorrencial; e as perspectivas, oportunidades e desafios para o setor. O avanço das pesquisas para o desenvolvimento de produtos inovadores e as parcerias entre instituições públicas e privadas (as PDPs), também são temas de debate no evento, que reunirá representantes do governo, setor privado, profissionais de saúde; instituições nacionais e internacionais; setor acadêmico e terceiro setor.

Serviço: VIII Fórum Nacional sobre Medicamentos no Brasil
Local: auditório Antônio Carlos Magalhães do Interlegis - Senado Federal (Brasília/DF)
Data: 8 de novembro de 2016, terça-feira, das 9 às 14h
Realização: Instituto Brasileiro de Ação Responsável
Coordenação: Agência Íntegra Brasil
Patrocínio: MSD e Novartis
Inscrições gratuitas: www.acaoresponsavel.org.br
Mais informações: (61) 3368-6044 e 3468-5696

Assessoria de Imprensa
(61) 3573-4992 | 99114-4584 | 99170-0606

Tecpar apresenta em Maringá plano de investimentos na cidade

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) apresenta em Maringá os planos de expansão da empresa na cidade, após a escolha pelo Ministério da Saúde para que o instituto produza 14 novos medicamentos para o Sistema Único de Saúde (SUS). O diretor-presidente, Júlio C. Felix, se encontrou com autoridades e empresários da região nesta sexta-feira (21).

O Tecpar vai produzir em Maringá, a partir de 2018, 14 medicamentos biológicos e hemoderivados cuja demanda anual pelo Ministério da Saúde é de R$ 2,6 bilhões. Para isso, o ministério vai destinar ao Tecpar e a outros laboratórios públicos brasileiros investimentos de R$ 6,4 bilhões para incentivar a produção nacional de medicamentos, insumos e tecnologias em saúde.

Em Maringá, Felix se encontrou com o prefeito Carlos Roberto Pupin para apresentar o plano de expansão da empresa. O Tecpar vai construir sua planta no Tecnoparque, em um terreno doado ao instituto pela prefeitura, que é destinado para a atração de empresas de base tecnológica.

Além da fábrica, o Tecpar vai construir ali a sua unidade de fill and finish, que tem como objetivo realizar a formulação, envase, embalagem e armazenamento de medicamentos injetáveis produzidos pelo instituto. O projeto do prédio já foi licitado e entregue. A obra será licitada ainda em 2016. O projeto conta com investimentos do Ministério da Saúde e do Governo do Paraná.

Felix afirma que teve o apoio da prefeitura para que as obras no entorno do terreno onde será construída a fábrica sejam aceleradas. "O instituto reforça sua vocação como centro de Pesquisa e Desenvolvimento e como produtor de medicamentos de alto valor agregado, descentralizando a geração de empregos e riquezas no estado", pontua.

Para o prefeito de Maringá, o investimento na fábrica do Tecpar na cidade vai transformar o município em um centro de referência na área de biotecnologia. “Investimentos dessa magnitude são importantes para a cidade e para a região, pois serão abertos novos postos de trabalho qualificados. É uma grande oportunidade para a absorção da mão-de-obra de estudantes que se formam na região”, salienta.

A produção dos medicamentos biológicos e hemoderivados pelo Tecpar deve gerar 370 empregos diretos e qualificados no Paraná, além de envolver cerca de 20 doutores especializados em pesquisas para auxiliar o desenvolvimento dos produtos.

O diretor-presidente também apresentou os investimentos que serão feitos em Maringá a empresários e empreendedores da região durante um evento sobre inovação realizado pelo Sebrae-PR.

Tecpar
O Tecpar é uma empresa pública do Governo do Estado e tem 76 anos de atividade. Os negócios do instituto são divididos em quatro grandes unidades: Soluções Tecnológicas, para dar apoio às empresas que buscam inovar; Empreendedorismo Tecnológico Inovador, com suas incubadoras tecnológicas e com os parques tecnológicos, como o Parque Tecnológico da Saúde; Educação, com qualificação para o mercado privado e ainda com desenvolvimento de capacitações para servidores municipais de prefeituras paranaenses; e Indústria Farmacêutica e Biotecnológica, com desenvolvimento e produção de kits diagnósticos veterinários, vacina antirrábica e produção de medicamentos de alto valor agregado para a saúde pública brasileira.

Além disso, o instituto atende demandas do Governo do Estado, sendo executor de projetos na área de energias renováveis e empreendedorismo tecnológico.

Saiba mais sobre o instituto em www.tecpar.br.

Tecpar entra em mercado de R$ 2,6 bilhões de medicamentos biológicos e hemoderivados

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) vai produzir em Maringá, a partir de 2018, medicamentos biológicos e hemoderivados cuja demanda anual pelo Ministério da Saúde é de R$ 2,6 bilhões. O ministério elegeu o Tecpar, junto com outros laboratórios públicos brasileiros, para ser o fornecedor de 14 produtos para o Sistema Único de Saúde (SUS).

O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (19) que vai investir R$ 6,4 bilhões para incentivar a produção nacional de medicamentos, insumos e tecnologias em saúde, sendo que a maior parte será destinada à produção de medicamentos.

Parte destes recursos irá para a construção de três fábricas para atender a demanda de medicamentos biológicos, mais complexos e que respondem por 51% do orçamento de medicamentos do Ministério da Saúde.

As três novas fábricas serão construídas no Tecpar, na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e no Instituto Butantan, que se tornarão fornecedores exclusivos dos medicamentos biológicos Adalimumabe, Bevacizumabe, Infliximabe, Rituximabe, Somatropina, Trastuzumabe e Etanercepte. Esses produtos são usados para o tratamento de câncer, artrite e outras doenças crônicas. O Ministério da Saúde compra, por ano, R$ 1,6 bilhão destes produtos.

O formato de parceria para a transferência de tecnologia dos medicamentos faz parte da política de Estado chamada Complexo Econômico Industrial da Saúde (Ceis), que elaborou a Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), mecanismo utilizado pelo Ministério da Saúde para que laboratórios públicos produzam no país, em parceria com empresas privadas, medicamentos hoje importados.

Hemoderivados
Já para os hemoderivados, o Tecpar, a Hemobras e o Butantan realizaram uma parceria para fornecer, as três instituições, sete produtos, entre eles plasma de vírus inativado, fatores de coagulação, imunoglobulina e albumina. Os hemoderivados são utilizados no tratamento de distúrbios de coagulação e imunodeficiências, como a Aids e a hemofilia, por exemplo. A demanda por esses produtos traz um custo anual de aproximadamente R$ 1 bilhão para o ministério.

O diretor-presidente do Tecpar, Júlio C. Felix, explica que o Ministério da Saúde ainda não definiu o percentual que cada laboratório vai produzir dos medicamentos elencados na atual lista de prioridades do SUS.

“Vamos produzir uma parte da demanda do Ministério da Saúde em medicamentos biológicos e hemoderivados em Maringá, a partir de 2018, quando expiram as patentes desses produtos. Até lá, a nossa estratégia é elaborar contratos, projetos e licitações para produzirmos já a partir de 2018”, salienta.

A produção desses medicamentos biológicos e hemoderivados pelo Tecpar deve gerar 370 empregos diretos e qualificados no Paraná, além de envolver cerca de 20 doutores especializados em pesquisas para auxiliar o desenvolvimento dos produtos.

Felix ressalta ainda que a chegada desses investimentos ao Tecpar vai revolucionar o instituto. “Para o Paraná, esses recursos vão se transformar em investimentos, empregos e melhor distribuição de renda no estado. Já para o Tecpar, significa a consolidação do instituto como centro de Pesquisa e Desenvolvimento e como produtor de medicamentos de alto valor agregado. Além disso, o investimento reforça a independência do Tecpar como empresa pública paranaense”, analisa o diretor-presidente.

Ainda não foram definidas pelo Ministério da Saúde quais as empresas privadas parceiras na produção e transferência de tecnologia de cada um dos novos produtos que o Tecpar passa a ser o fornecedor.

Tecpar
O Tecpar é uma empresa pública do Governo do Estado e tem 76 anos de atividade. Os negócios do instituto são divididos em quatro grandes unidades: Soluções Tecnológicas, para dar apoio às empresas que buscam inovar; Empreendedorismo Tecnológico Inovador, com suas incubadoras tecnológicas e com os parques tecnológicos, como o Parque Tecnológico da Saúde; Educação, com qualificação para o mercado privado e ainda com desenvolvimento de capacitações para servidores municipais de prefeituras paranaenses; e Indústria Farmacêutica e Biotecnológica, com desenvolvimento e produção de kits diagnósticos veterinários, vacina antirrábica e produção de medicamentos de alto valor agregado para a saúde pública brasileira.

Além disso, o instituto atende demandas do Governo do Estado, sendo executor de projetos na área de energias renováveis e empreendedorismo tecnológico.

Saiba mais sobre o instituto em www.tecpar.br.

Tecpar leva a Paranaguá e Maringá projeto-piloto para reduzir incidência do Aedes aegypti

Duas das regiões com o maior número de casos de dengue no Paraná, Paranaguá e Maringá foram escolhidas para receber projetos-piloto de um programa inédito desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e a empresa Forrest Innovations, para produzir e soltar na natureza machos estéreis do mosquito transmissor do Aedes aegypti. Com o projeto, a tendência é que haja a queda da incidência do mosquito em até 90%.

O Tecpar é o responsável pelo suporte tecnológico e logístico ao projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). De acordo com o diretor de Biotecnologia Industrial do Tecpar, Julio Salomão, o projeto consiste no Controle Natural de Vetores (CNV), baseado na criação de machos estéreis que serão soltos na natureza.

“Os mosquitos estéreis competirão na natureza com os mosquitos selvagens, o que acarreta na consequente redução da proliferação do mosquito, inclusive das fêmeas, que são as transmissoras das doenças. Conforme os resultados nas duas cidades sejam positivos, a aplicação desta tecnologia será estendida a outros municípios paranaenses que sofrem com a presença da dengue, do Zika e do Chikungunya”, ressalta.

No início do projeto é realizada a coleta de ovos do mosquito que não estejam contaminados. Depois, os mosquitos são levados para o laboratório, onde recebem uma alimentação com produtos que garantem 100% da sua esterilidade. Estéreis, os mosquitos são soltos nos municípios em um voo rasante em um avião que vem dos EUA somente para o projeto-piloto.

Em Paranaguá, o laboratório está sendo instalado no Aeroparque. A unidade do projeto-piloto de Maringá está sendo implantada no Aeroporto Regional da cidade. Os espaços funcionarão até novembro de 2017. Nos primeiros quatro meses serão utilizados 160 milhões de mosquitos estéreis, com divulgação de estatística da efetividade para a sociedade, salienta Salomão.

Tecpar
O Tecpar é uma empresa pública do Governo do Estado e tem 76 anos de atividade. Os negócios do instituto são divididos em quatro grandes unidades: Soluções Tecnológicas, para dar apoio às empresas que buscam inovar; Empreendedorismo Tecnológico Inovador, com suas incubadoras tecnológicas e com os parques tecnológicos, como o Parque Tecnológico da Saúde; Educação, com qualificação para o mercado privado e ainda com desenvolvimento de capacitações para servidores municipais de prefeituras paranaenses; e Indústria Farmacêutica e Biotecnológica, com desenvolvimento e produção de kits diagnósticos veterinários, vacina antirrábica e produção de medicamentos de alto valor agregado para a saúde pública brasileira.

Além disso, o instituto atende demandas do Governo do Estado, sendo executor de projetos na área de energias renováveis e empreendedorismo tecnológico.

Saiba mais sobre o instituto em www.tecpar.br.

Lafepe promove SIPATMA


 
A Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho e Meio Ambiente (SIPATMA) 2016 foi aberta na manhã da segunda-feira, dia 17, pelo presidente do Lafepe, Roberto Fontelles. Em seu discurso, ele destacou a importância do evento para conscientizar o uso devido dos equipamentos de segurança e das boas práticas na manutenção do meio ambiente.


O presidente aproveitou a ocasião e relatou as intervenções feitas pela diretoria no sentido de buscar novas parcerias para o desenvolvimento produtivo (PDPs) e, consequentemente, ampliar a produção de medicamentos. “O Lafepe é o primeiro laboratório público a concluir, de ponta a ponta, uma PDP. Estamos num bom caminho”, disse.




            Quem também fez uso da palavra foi a vice-presidente da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), Dalete Lima, que deu as boas vindas e desejou um bom aproveitamento de todo o conhecimento repassado ao longo da semana. Lembrou, ainda, que a programação da SIPATMA inclui o descarte consciente do lixo eletrônico. Na solenidade de abertura, o coral Vozes do Lafepe fez apresentação de dois números.


            A SIPATMA 2016 tem o apoio do DETRAN-PE, Hemope, Facipe, CINDACTA/Aeronáutica, Mary Kay, Polícia Federal, Cefospe, SESI, Secretaria da Mulher, Compesa, SEAD, Cais do Sertão, SCPC, Intersafety e IMIP.





Estrutura do Lafepe é elogiada por diretor de Secretaria do Ministério da Saúde


Na manhã desta sexta-feira, dia 14, o presidente do Lafepe, Roberto Fontelles, recebeu em seu gabinete o diretor da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde (SCTIE/MS), Rodrigo Silvestre. No laboratório pernambucano, ele recebeu informações sobre os investimentos realizados e os projetos previstos para a expansão de áreas e, consequentemente, de produção de 
medicamentos.


Num segundo momento da visita, o diretor conheceu a estrutura da ótica, dos almoxarifados de material de embalagem e de matéria-prima, da central de pesagem, do sistema de tratamento de água, da divisão de sólidos I e II, do controle de qualidade e da área de logística. Responsável pelo Departamento do Complexo Industrial e Inovação em Saúde da SCTIE/MS, Rodrigo Silvestre ficou impressionado com o que viu. “O Lafepe é um caso de sucesso”, frisou.

Destacou, ainda, a competência às boas práticas e a capacidade instalada do laboratório pernambucano para prospecção de novos projetos. “O Lafepe é o primeiro laboratório público a concluir, de ponta a ponta, uma parceria para o desenvolvimento produtivo – PDP. Precisamos replicar os bons exemplos”, enfatizou.

Na reunião com os diretores do Lafepe, Silvestre aproveitou para reiterar o convite do evento que o Grupo Executivo do Complexo Industrial da Saúde (GECIS) promoverá no dia 19 de outubro, em Brasília, quando será divulgada a lista dos medicamentos de interesse do Sistema Único de Saúde (SUS).

Em pouco mais de um mês, esta foi a segunda visita que o Lafepe recebeu de um executivo do Ministério da Saúde. No dia 12 de setembro, o titular da SCTIE/MS, secretário Marco Antonio Fireman, foi recebido no laboratório pernambucano. Na ocasião, assim como Silvestre, ficou admirado com o que conferiu. “Foi uma boa surpresa. Uma unidade bem administrada, que segue os padrões de boas práticas”, disse à época.

Semana de Ciência e Tecnologia na Funed


A Fundação Ezequiel Dias (Funed) realiza, entre os dias 18 e 21 de outubro, uma exposição em sua sede, como parte da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) 2016, que acontecerá nacionalmente no próximo mês, com o tema: Ciência Alimentando o Brasil.

Neste ano, a exposição contará com os recursos tecnológicos do novo caminhão do Programa Ciência em Movimento (PCM), que oferece aos visitantes experiências interativas e estarão especialmente voltadas para o tema da SNCT deste ano. A motivação para a escolha deste tema baseia-se na decisão da Assembleia Geral das Nações Unidas, que proclamou 2016 como o Ano Internacional das Leguminosas (AIL).

A SNCT 2016 tem como objetivo aproximar a população da ciência e da tecnologia em eventos que congregam centenas de instituições. Além disso, realiza atividades de divulgação científica, com linguagem acessível à população e por meios inovadores para estimular a curiosidade e motivar a população a discutir as implicações sociais da ciência e aprofundar os conhecimentos sobre o tema escolhido.

Neste ano, a SNCT na Funed conta com a presença de alunos de escolas localizadas no entorno da Fundação e está aberta também ao público em geral. Os visitantes poderão interagir com as informações dispostas nos tótens e suportes midiáticos. Para abordar a área temática proposta para a SNCT, a Funed escolheu os temas fungos e pólen. Serão apresentados os benefícios dos fungos na alimentação, tipos de fungos existentes na natureza e como pesquisas relacionadas aos alimentos que possuem alérgenos, à alergias e intolerância alimentar são realizadas na Fundação, além de informar sobre a resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que estabelece os requisitos para a rotulagem obrigatória de alimentos.

A exposição irá contar também com jogos da física, abordando o tema da referida semana.


Horários: De 18 a 20 de outubro, de 9h às 17h e 21 de outubro, de 9h às 12h.

Pesquisa vai desenvolver teste que dá mais eficiência ao tratamento de câncer de mama

Uma pesquisa, fruto da parceria entre o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), o Hospital Erasto Gaertner e a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), busca desenvolver um teste inédito no Brasil para dar mais eficiência ao tratamento de câncer de mama. Os primeiros resultados devem ser conhecidos já em 2017.

Atualmente, segundo o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), 57 mil novos casos de câncer de mama são diagnosticados no Brasil a cada ano. A maioria das vítimas é composta por mulheres, sendo que 70% da incidência do câncer de mama feminino está relacionado a tumores do tipo hormonal.

Esses casos são tratados durante cinco anos com o Tamoxifeno, medicamento que diminui a reincidência do câncer e aumenta a sobrevida da paciente, explica o médico oncogeneticista do Hospital Erasto Gaertner e professor de Medicina da PUCPR, José Claudio Casali. O medicamento é considerado uma pré-droga, porque precisa entrar em contato com o metabolismo da paciente para gerar o efeito desejado.

No caso específico do Tamoxifeno, esse efeito é realizado com enzimas naturais do organismo humano. Entretanto, no Brasil, 10% das mulheres não têm a enzima CYP2D6, necessária para gerar o efeito do medicamento. “Portanto, a cada ano, seis mil mulheres usam o medicamento sem que ele surta efeito”, salienta Casali.

Por essa razão, especialistas do Tecpar buscam desenvolver um teste para avaliar no plasma sanguíneo a presença das substâncias produzidas na reação do medicamento com as enzimas naturais da paciente e a sua concentração. O resultado desse teste permitirá melhorar a eficiência do tratamento. “Com esse teste, o tratamento fica mais personalizado e efetivo. Se a paciente não possui a enzima, ela já pode ser encaminhada para outro medicamento que não o Tamoxifeno”, pontua o médico oncogeneticista.

A linha de desenvolvimento do Centro de Tecnologia em Saúde e Meio Ambiente do Tecpar vai atuar em dois campos: um para verificar se a dosagem das 12 marcas do Tamoxifeno corresponde à indicada na bula e outro para desenvolver um teste para medir, no plasma sanguíneo da paciente, a presença e a concentração das substâncias produzidas na reação com o medicamento. “O trabalho é inédito no Brasil por fazer esse mapeamento, que gera respostas mais efetivas aos pacientes brasileiros”, pontua Natalício Ferreira Leite, pesquisador do centro.

De acordo com o diretor de Desenvolvimento Tecnológico do Tecpar, Reginaldo Joaquim de Souza, a pesquisa vai gerar novas soluções que podem ser incorporadas ao Sistema Único de Saúde (SUS). “A princípio, a ideia é disponibilizar ao Hospital Erasto Gaertner esse teste, para ser feito logo no início do tratamento, e, mais para frente, oferecê-lo ao SUS e levá-lo a todo o país”, explica Souza.

A expectativa é que em 2017 o teste para medir a presença e a quantidade das substâncias derivadas do medicamento usado no tratamento do câncer de mama já esteja disponível para uso pelas pacientes.

Tecpar
O Tecpar é uma empresa pública do Governo do Estado e tem 76 anos de atividade. Os negócios do instituto são divididos em quatro grandes unidades: Soluções Tecnológicas, para dar apoio às empresas que buscam inovar; Empreendedorismo Tecnológico Inovador, com suas incubadoras tecnológicas e com os parques tecnológicos, como o Parque Tecnológico da Saúde; Educação, com qualificação para o mercado privado e ainda com desenvolvimento de capacitações para servidores municipais de prefeituras paranaenses; e Indústria Farmacêutica e Biotecnológica, com desenvolvimento e produção de kits diagnósticos veterinários, vacina antirrábica e produção de medicamentos de alto valor agregado para a saúde pública brasileira.

Além disso, o instituto atende demandas do Governo do Estado, sendo executor de projetos na área de energias renováveis e empreendedorismo tecnológico.

Saiba mais sobre o instituto em www.tecpar.br.




Tecpar Educação promove curso de formação de auditores em produtos orgânicos

O Tecpar Educação, divisão educacional do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), promove em outubro um curso de formação de auditores e inspetores em técnicas de auditoria e inspeção para produtos orgânicos. A capacitação é aberta ao público e está com inscrições abertas.



Essa capacitação, voltada a profissionais da área de Ciências Agrárias, vai ser ministrada por Vanice Dolores Bazzo Schimidt, que vai se trazer informações sobre a certificação de produtos segundo a Lei 10.831/03 e documentos associados.

O curso vai formar auditores e inspetores para auditoria em produção e processamento animal e vegetal no sistema orgânico de produção. A capacitação tem como pré-requisito a formação técnica e/ou superior na área de Ciências Agrárias.

A capacitação será de 24 a 28 de outubro, no câmpus CIC do Tecpar, que fica na Rua Algacyr Munhoz Mader, 3775, na Cidade Industrial de Curitiba. As inscrições custam R$ 850 e podem ser feitas pelo e-mail contato@tecpar.pr.gov.br.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 2104-3356 e pelo site www.tecpareducacao.pr.gov.br.

Tecpar
O Tecpar é uma empresa pública do Governo do Estado e tem 76 anos de atividade. Os negócios do instituto são divididos em quatro grandes unidades: Soluções Tecnológicas, para dar apoio às empresas que buscam inovar; Empreendedorismo Tecnológico Inovador, com suas incubadoras tecnológicas e com os parques tecnológicos, como o Parque Tecnológico da Saúde; Educação, com qualificação para o mercado privado e ainda com desenvolvimento de capacitações para servidores municipais de prefeituras paranaenses; e Indústria Farmacêutica e Biotecnológica, com desenvolvimento e produção de kits diagnósticos veterinários, vacina antirrábica e produção de medicamentos de alto valor agregado para a saúde pública brasileira.

Além disso, o instituto atende demandas do Governo do Estado, sendo executor de projetos na área de energias renováveis e empreendedorismo tecnológico.
Saiba mais sobre o instituto em www.tecpar.br.

 Serviço

Curso do Tecpar Educação sobre de formação de auditores e inspetores em técnicas de auditoria e inspeção para produtos orgânicos
Data: De 24 a 28 de outubro
Horário: Das 8h às 12h e 13h às 17h
Investimento: R$ 850
Local: Câmpus CIC do Tecpar (Rua Algacyr Munhoz Mader, 3775 – Cidade Industrial de Curitiba).

Informações: (41) 2104-3356 e www.tecpareducacao.pr.gov.br



Bahiafarma obtém registro para teste rápido de Zika NS1


Novo dispositivo identifica a doença a partir do primeiro dia de infecção, tornando mais ágil e preciso o diagnóstico e facilitando o tratamento

A Bahiafarma, laboratório público do Estado da Bahia, obteve, nesta segunda-feira (10), o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para produção e distribuição do teste rápido de detecção de Zika vírus a partir da identificação do antígeno NS1 na corrente sanguínea do paciente. Trata-se de um dispositivo capaz de realizar o diagnóstico da doença a partir do primeiro dia de infecção, preenchendo uma lacuna não coberta pelos demais exames disponíveis hoje no mercado.

O teste rápido Zika NS1 da Bahiafarma, mais um fruto do acordo tecnológico firmado entre a empresa baiana e o laboratório sul-coreano GenBody, é o primeiro dispositivo do gênero feito por um laboratório oficial brasileiro. Por meio dele, é possível confirmar o contágio tão logo surjam os sintomas, o que torna mais ágil a aplicação de tratamentos adequados, eliminando a possibilidade de diagnósticos inconclusivos. O teste demanda uma pequena quantidade de sangue do paciente e fornece o resultado em até 20 minutos.

“O teste rápido Zika NS1 é um exame de diagnóstico complementar aos testes rápidos sorológicos Zika IgG e IgM que lançamos no meio do ano”, explica o diretor-presidente da Bahiafarma, Ronaldo Dias. “Resumidamente, o IgM confirma os casos suspeitos a partir do quinto dia do aparecimento dos sintomas, o IgG registra se o paciente teve a doença há mais tempo e o NS1 detecta a infecção a partir de seus primeiros momentos, até o sexto ou sétimo dia da instalação da doença, o que permite uma intervenção médica mais rápida e precisa.”

Pioneirismo global
Além de ser o primeiro laboratório público brasileiro a desenvolver e registrar o teste rápido Zika NS1, a Bahiafarma passa a ser um dos poucos laboratórios internacionais a disponibilizar o produto. “Ao mesmo tempo em que começa a se tornar referência nacional no mercado de testes de diagnóstico entre os laboratórios oficiais, a Bahiafarma já atrai o interesse de outros países”, afirma Ronaldo Dias.

De acordo com o gestor, o desenvolvimento de produtos de alta qualidade a preços muito competitivos no mercado global tem feito organizações, empresas e governos procurarem a Bahiafarma. “Temos recebido prospecções tanto de países como Indonésia e Tailândia, que, assim como o Brasil, têm sofrido com o avanço das arboviroses, quanto de organismos supranacionais, como a PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), que já projeta adquirir testes em larga escala para distribuir por diversos países”, afirma.

Dias lembra, porém, que a prioridade da Bahiafarma é fornecer medicamentos e produtos de qualidade para o sistema público de Saúde do Brasil, dentro de uma estratégia de desenvolvimento produtivo que está sendo seguida pela administração pública baiana.


O secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, acrescenta que os avanços obtidos integram um esforço do governo para desenvolver um pólo das indústrias farmacêutica e biotecnológica no Estado. “As principais metas da Bahiafarma são ampliar a da produção baiana no Complexo Industrial da Saúde, contribuindo para sua descentralização, e fomentar a instalação, no Estado, de um polo industrial do setor, um dos vetores da estratégia de desenvolvimento produtivo da Bahia”, ressalta.

Lacen-MG é primeiro no Brasil a realizar análises em alimentos transgênicos e em pescados para detecção de fraudes

O Laboratório de Biologia Molecular (LBM), do Serviço de Ciências Bioquímicas da Fundação Ezequiel Dias (Funed), pertencente ao Instituto Octávio Magalhães, Laboratório Central da Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (Lacen-MG), realiza análises para a detecção qualitativa e quantitativa de organismos geneticamente modificados, e a identificação de espécies de peixes, verificando a existência de fraudes por falsificação ou substituição de espécies declaradas nos rótulos. O Lacen-MG é o primeiro do Brasil a realizar estes tipos de análises moleculares.

A fiscalização atende às demandas encaminhadas pela Agência Nacional de Vigilância (Anvisa), pela Vigilância Sanitária do Estado de MG, Ministério Público e Instituto de Defesa do Consumidor. Segundo Jovita Gazzinelli, chefe do Serviço de Ciências Bioquímicas da Funed, as análises de organismos geneticamente modificados (OGM) são feitas em grãos de soja e derivados, como farelos, farinhas, extratos, bebida à base de soja; e em derivados de milho, como fubá, canjiquinha, flocos, creme, farelos e outros. Esta inspeção garante a conformidade com o Decreto 4.680, de 24/4/ 2003, que determina a rotulagem sempre que a presença de OGM for acima de 1%.

A identificação de espécies de peixe, por sua vez, é feita por meio da técnica de DNA Barcode. De acordo com a pesquisadora Gláucia Amâncio, do LBM, “a ideia dessa técnica é a mesma do código de barras universal de produtos do mercado varejista. Utiliza uma sequência de DNA extremamente curta em relação à totalidade do genoma, e variabilidade genética suficiente para caracterizar espécies”, diz. No LBM, essas análises são feitas em quatro ou oito réplicas, e envolvem as etapas de extração e quantificação do DNA, detecção do gene COI mitocondrial - que identifica espécie animal, sequenciamento desse gene, e sua análise em banco de dados universal, como o Bold Systems.

As amostras de alimentos são coletadas no comércio pelas vigilâncias sanitárias dos municípios, a partir da definição entre a Vigilância Sanitária Estadual e a Funed, trazidas para a Fundação e entregues ao Serviço de Gerenciamento de Amostras, onde são cadastradas e distribuídas aos laboratórios para as análises específicas.

O resultado final é registrado no Sistema de Gerenciamento de Amostras Laboratoriais (Harpya), onde são compilados os resultados de todos os laboratórios da Divisão da Vigilância Sanitária e Ambiental (Divisa) e emitido o laudo fiscal. Esse laudo, depois de assinado, é encaminhado à Vigilância Estadual para tomar as providências cabíveis quando necessário.

Funed ofertará nova análise para detecção de alérgenos em alimentos no próximo ano

O Laboratório de Biologia Molecular (LBM) do Serviço de Ciências Bioquímicas, da Fundação Ezequiel Dias, ofertará uma nova análise para detecção da presença ou ausência de alérgenos em alimentos, através da técnica de reação em cadeia da polimerase (PCR), para a adequação das rotulagens dos produtos alimentícios. A análise, que se encontra em fase de validação, estará disponível a partir de 2017.


A detecção de alérgenos em alimentos irá atender à demanda da Anvisa, frente à Resolução RDC Nº 26, de 2/7/2015, que estabelece os requisitos para rotulagem obrigatória dos principais alimentos que causam alergias alimentares. As indústrias tem o prazo de um ano para se adequarem à nova rotulagem.

Segundo a pesquisadora Gláucia Amâncio, “a alergia alimentar é um problema nutricional que tem aumentado durante a última década, devido à exposição da população a um número maior de alérgenos alimentares, como ovos, leite, glúten, amendoim, nozes, amêndoa, avelã, castanhas, soja e outros”, afirma.


As reações alérgicas apresentam vários tipos de manifestação, a mais grave é a anafilaxia – caracterizada por erupção cutânea, náusea, vômitos, dificuldade de respirar e estado de choque – com potencial risco de vida. A rotulagem correta é essencial para que os consumidores possam avaliar os componentes dos alimentos processados para o consumo próprio. De acordo com Amâncio, “a partir do momento em que o melhor meio de prevenir uma reação alérgica consiste na evasão total do alérgeno, esses consumidores são aconselhados a avaliar cuidadosamente a rotulagem de alimentos processados que estão disponíveis no mercado”, complementa.




Tecpar Educação promove curso sobre norma voltada a laboratórios de calibração e de ensaio

O Tecpar Educação, divisão educacional do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), promove em outubro um curso sobre a interpretação dos 25 requisitos da norma ABNT NBR ISO/IEC 17025, normativa aplicável a laboratórios de calibração e de ensaio. A capacitação é aberta ao público e está com inscrições abertas.

Essa capacitação, voltada a técnicos e gestores de laboratórios de calibração e ensaios, vai ser ministrada por Maurício Giller, engenheiro eletricista do Centro de Medições e Validação do Tecpar. Giller é mestre em Metrologia Científica e Industrial pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e é avaliador líder de laboratórios de calibração e ensaios do Inmetro.

O curso será realizado de 10 a 14 de outubro, sempre no período da manhã, no campus CIC do Tecpar, que fica na Rua Algacyr Munhoz Mader, 3775, na Cidade Industrial de Curitiba. As inscrições custam R$ 400 e podem ser feitas pelo e-mail contato@tecpar.pr.gov.br. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 2104-3356 e pelo site www.tecpareducacao.pr.gov.br.

Tecpar
O Tecpar é uma empresa pública do Governo do Estado e tem 76 anos de atividade. Os negócios do instituto são divididos em quatro grandes unidades: Soluções Tecnológicas, para dar apoio às empresas que buscam inovar; Empreendedorismo Tecnológico Inovador, com suas incubadoras tecnológicas e com os parques tecnológicos, como o Parque Tecnológico da Saúde; Educação, com qualificação para o mercado privado e ainda com desenvolvimento de capacitações para servidores municipais de prefeituras paranaenses; e Indústria Farmacêutica e Biotecnológica, com desenvolvimento e produção de kits diagnósticos veterinários, vacina antirrábica e produção de medicamentos de alto valor agregado para a saúde pública brasileira.

Além disso, o instituto atende demandas do Governo do Estado, sendo executor de projetos na área de energias renováveis e empreendedorismo tecnológico.
Saiba mais sobre o instituto em www.tecpar.br.

Serviço
Curso do Tecpar Educação sobre Interpretação da norma ABNT NBR ISO/IEC 17025
Data: De 10 a 14 de outubro
Horário: 8h15 às 12h15
Investimento: R$ 400
Local: Campus CIC do Tecpar (Rua Algacyr Munhoz Mader, 3775 – Cidade Industrial de Curitiba)
Inscrições: contato@tecpar.pr.gov.br

Informações: (41) 2104-3356 ewww.tecpareducacao.pr.gov.br

Mais de 90 alunos são atendidos pelo Olhar Paulista no mês de setembro

  O Programa Olhar Paulista fecha a programação de setembro contabilizando o atendimento de 93 crianças. São alunos da rede municipal do Paulista, com faixa etária entre os 5 e 12 anos de idade, que a cada sexta-feira do mês de setembro passaram por avaliação oftalmológica.



Depois de serem analisados por especialistas do Centro de Visão de Pernambuco (CEVIPE), os estudantes eram encaminhados para escolher a armação e fazer a medição dos óculos de grau do Lafepe. Como forma de agilizar o atendimento das demandas, o laboratório pernambucano disponibilizou um técnico para acompanhar a programação no CEVIPE.




Resultado da parceria do Lafepe com as secretarias de Educação e de Saúde do Paulista, o programa atendeu, no período de agosto a setembro, 256 alunos de mais de 20 escolas municipais. Do lançamento do Olhar Paulista, em junho, até o momento, foram entregues 120 óculos com a marca Lafepe.


Numa nova etapa do projeto, a ação será realizada nos dias 07 e 14 de outubro, sempre das 9h às 12h, no CEVIPE, que fica no 1º andar do prédio da Faculdade Joaquim Nabuco, no centro do Paulista. O Programa Olhar Paulista deve contemplar, ao todo, 700 alunos.