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Publicado em 28 de jan de 2016. O novo boletim divulgado nesta quarta-feira (27) aponta também que 270 casos já tiveram confirmação de microcefalia, sendo que 6 com relação ao vírus Zika. Outros 462 casos notificados já foram descartados. Ao todo, 4.180 casos suspeitos de microcefalia foram registrados até 23 de janeiro.

Inscrições abertas para o curso Hanseníase na Atenção Básica

Estão abertas, até 15 de maio, as inscrições para o curso online Hanseníase na Atenção Básica, oferecido gratuitamente pela Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), em parceria com a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS/MS). O objetivo é preparar os profissionais para atuarem no controle da transmissão da hanseníase e diminuir as incapacidades causadas pela doença. O público-alvo são os trabalhadores da saúde de todo país, mas o curso é livre para demais interessados. O lançamento ocorre à luz do Dia Mundial de Luta contra a Hanseníase, comemorado no dia 31 de janeiro.
Para saber mais e se inscrever, acesse a página do curso: http://unasus.gov.br/cursos/hanseniase.
O curso possui carga horária de 45 horas e é dividido em três unidades: vigilância; diagnóstico e acompanhamento da hanseníase na Atenção Básica. Os casos clínicos são transversais, abrangendo e integrando os aspectos de controle da doença. Desde o lançamento, em 2014, o curso obteve 17.432 matrículas.
O público do curso é composto majoritariamente por profissionais entre 31 e 35 anos (26,96 %). Entre os inscritos 54,05 % são enfermeiros; 12,58 % são técnicos de enfermagem e 12,34 %, médicos. A maioria dos inscritos atuam em Centros e Unidades Básicas de Saúde (55,31 %); Hospitais Gerais (13,73 %) e Secretarias de Saúde (6,41 %). Os estados com maior número de matrículas são: Minas Gerais (1.677); São Paulo (1.538); Bahia (1.057) e Ceará (1.013).
A médica Maria Luísa Martins é portuguesa e, após se aposentar em seu país de origem, veio atuar em uma Unidade Básica de Saúde em Itarema/CE, pelo Programa Mais Médicos. Para ela, o curso foi uma oportunidade de repensar os sintomas da doença e qualificar o diagnóstico, que nem sempre é fácil. “Tive uma paciente de 22 anos com queixas especificas, sugestivas vagamente de desconforto dérmico inespecífico que eu teria desvalorizado se não tivesse feito o curso”.
O curso é dinâmico e utiliza metodologia diversificada. Além dos casos clínicos, bastante utilizados nos cursos da UNA-SUS, são oferecidas vídeo-aulas com explicações de especialistas sobre o tema, além de vídeos de apoio com dramatizações que tratam do tema da vídeo-aula. São também utilizados hipertextos, caixas de ajuda e glossário para que se possa aprofundar os conhecimentos de termos técnicos.
Para a enfermeira Patrícia de Oliveira, que trabalha na Unidade Básica de Saúde Tabajara I, em Olinda/PE, o diferencial do curso foram as vídeo-aulas. “Foi o que mais me interessou, pois facilitou muito o aprendizado com uma linguagem simples e objetiva”, conta.
A coordenadora da Hanseníase e Doenças em Eliminação (CGHDE/DEVIT/SVS/MS), Rosa Castália, explica que o curso foi criado considerando a necessidade de ampliar a cobertura de unidades de saúde com potencial para diagnosticar e tratar precocemente até a cura, por meio da capacitação de profissionais e da ampliação da oferta de acesso aos serviços para os cidadãos que necessitam. “O aumento do número de profissionais capacitados para diagnóstico e identificação precoce dos casos, o tratamento adequado e a possibilidade de ampliar a rede de serviços nos municípios, resultando na diminuição da carga da doença e do número de pacientes incapacitados decorrentes do diagnóstico tardio”, afirma.
A HANSENÍASE - A hanseníase é uma doença crônica, infectocontagiosa, causada pela bactéria Mycobacterium leaprae, que tem atração por pele e nervos, podendo causar atrofias e áreas de insensibilidade. Caso a bactéria atinja o nervo, pode causar incapacidades muitas vezes irreversíveis. A transmissão se dá pelas vias aéreas, por meio do contato entre uma pessoa infectada com uma saudável suscetível. As manchas causadas não doem e não coçam e o período de incubação da doença é de cinco anos. No entanto, se não diagnosticada e tratada, a doença pode gerar sérias incapacidades, físicas se o diagnóstico for tardio ou o tratamento não for realizado adequadamente, pelo período preconizado.
Além do diagnóstico, o SUS oferece tratamento para hanseníase, disponível em todas as unidades públicas de saúde. A poliquimioterapia (PQT), uma associação de medicamentos que evita a resistência do bacilo deve ser administrada por seis meses ou um ano a depender do caso. Os pacientes deverão ser submetidos, além do exame dermatológico, a uma avaliação neurológica simplificada e sempre receber alta por cura.
Endêmica no Brasil, a hanseníase ainda é um problema de saúde pública e está no rol das doenças negligenciadas. Apesar disso, o último balanço sobre a doença – divulgado em 2015 - trouxe resultados positivos. A análise de 2003 a 2013 mostrou que o número de novos casos no país caiu 4 0%. As taxas de prevalência da doença em dez anos caíram em 68% e o percentual de cura aumentou para 80 %. O balanço de 2016 deverá ser divulgado nos próximos dias.
A doença está concentrada em alguns estados: Mato Grosso (MT), Pará, Maranhão, Tocantins, Rondônia e Goiás. Para que a hanseníase deixe de ser considerada um problema de saúde pública, o Brasil deve atingir a meta estipulada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), na qual a prevalência deve ser de menos de um caso por 10 mil habitantes.
O diagnóstico da hanseníase é essencialmente clínico, não é necessária a realização de exames laboratoriais complexos. “A maioria dos casos é de diagnóstico relativamente fácil para um profissional de saúde treinado”, afirma Castália. A coordenadora explica que, em alguns casos, o paciente necessitará ser encaminhando para uma unidade de referência para confirmação de diagnóstico. “É importante ressaltar que o diagnóstico precoce e o tratamento completo e correto são fundamentais para que o paciente fique curado sem sequelas”.
Para Castália, um dos principais entraves para o tratamento ocorre em localidades onde os pacientes não têm o acesso ao diagnóstico e tratamento ao alcance facilmente. Outros fatores que dificultam o tratamento são o medo da discriminação e estigma e o desconhecimento sobre a doença, tanto pela população quanto por profissionais de saúde, além do o longo período de tratamento, que não pode ser interrompido.
Castália explica que Secretaria de Vigilância em Saúde realiza, periodicamente, exercícios de monitoramento da eliminação da hanseníase, com metodologia preconizada pela OMS, para avaliar aspectos qualitativos, ou seja, dados não reportados no sistema de informações. “É uma supervisão especial, bastante ampliada”, diz.
Para mais informações sobre a hanseníase, acesse a página da Secretaria de Vigilância em Saúde:http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/oministerio/principal/secretarias/svs/hanseniase.
Fonte: SE/UNA-SUS, por Claudia Bittencourt

Agência proíbe lotes alterados de medicamento para hipertensão

Uma alteração na fórmula de composição de diversos lotes do medicamento NATRILIX®  1,5 mg SR (indapamida) – comprimido revestido de liberação prolongada, sem o conhecimento prévio da Anvisa, gerou a suspensão do produto.
O medicamento é indicado para o tratamento de hipertensão arterial essencial.
Os Laboratórios Servier do Brasil Ltda. fabricantes do produto mudaram a composição do comprimido deixando de utilizar o insumo farmacêutico HPMC 15000 MPAS, compensando com quantidade adicional do insumo farmacêutico HPMC 4000 MPAS.
Como a alteração feita pela empresa não teve anuência prévia da Agência, a eficiência do comprimido pode ter sido afetada.
Confira os lotes suspensos
3003185, 3003432, 3003441, 3003442, 3003717, 3003573, 3003574, 3003575, 3003718, 3003719, 3003720, 3003721, 3003874, 3003875, 3003876, 3003877, 3004019, 3004021, 3004022, 3004023, 3004024, 3004213, 3004214, 3004215, 3004216, 3004415, 3004416, 3004417, 3004418, 3004419, 3004612, 3004613, 3004614, 3004615, 3004697, 3004698, 3004699, 3004700, 3004909, 3004910, 3004911, 3004912, 3004913, 3005016, 3005017, 3005018, 3005019, 3005222, 3005223, 3005224, 3005225, 3005498, 3005499, 3005500, 3005501, 3005502, 3005687, 3005688 e 3005689
A medida está na Resolução 220/2016, publicada quarta-feira (27/1), no Diário Oficial da União (DOU).

Número de petições de agrotóxicos após a organização da fila de análise pela GGTOX

Em continuidade ao processo de reformulação da Gerência Geral de Toxicologia – GGTOX, a partir de 21/12/2015 as filas de petições pendentes de análise passaram a ser disponibilizadas por meio de sistema eletrônico -http://www.anvisa.gov.br/listadepeticoes/index.asp(http://s.anvisa.gov.br/wps/s/r/o).
Até então, tanto o controle interno de acompanhamento das petições, quanto a publicação da lista de petições de registro e pós-registro de agrotóxicos no sítio eletrônico da Anvisa eram feitos em formato de planilha Excel. Assim, por se tratar de uma ferramenta de controle manual e que demanda boa prática de manejo,e para evitar deleção ou input de informações equivocadas,a Diretoria de Autorização e Registro Sanitários - DIARE determinou, já em 2015, que a GGTOX iniciasse os procedimentos para que os seus processos fossem registrados e controlados no sistema já utilizado pela Agência, o Datavisa.
Na época, constavam no sistema Datavisa 4.862 petições em aberto e que necessitavam de atualização de seus status. Com a referida atualização,concluída em setembro de 2015, foi possível estratificar as filas e determinar o número de petições por tipo de fila, conforme tabela abaixo.
Após a avaliação das 4.862 petições, 1.272 de fato aguardavam análise da Anvisa. Essas são representadas pelas situações “Produto prioritário de Produto Técnico Equivalente – PTE deferido” e “Aguardando análise”.
Das demais, 1.525 petições foram encerradas, 548 tiveram análise já concluída e 309 petições encontravam-se em análise. Dentre as petições encerradas, 905 tratavam de notificações como:
• Avaliação toxicológica para fins de alteração, inclusão ou exclusão de formulador/manipulador;
• Avaliação Toxicológica para fim de alteração de embalagem;
• Notificação de alteração de Titularidade e/ou Marca Comercial de produtos técnicos ou formulados.

O encerramento dessas petições se justifica, pois os dois primeiros assuntos de petição são de implementação imediata, mediante o encaminhamento do processo de alteração técnica oriundo do órgão registrante, conforme estabelecido pela RDC nº 12, de 24 de março de 2014. Ainda a petição de “notificação de alteração de titularidade e/ou marca comercial de produtos técnicos ou formulados” trata-se somente de uma notificação cujo peticionamento ocorre após a alteração no órgão registrante. Logo, não é necessária a avaliação da Anvisa.
Para os pleitos de Produto Técnico Equivalente – PTE que se encontram em fase I, a responsabilidade pelo monitoramento das situações, fila de análise e a própria análise técnica é do Comitê Técnico de Assessoramento de Agrotóxicos – CTA, totalizando, naquele momento, 723 petições. Assim, a Agência passou a dar publicidade às petições que estão aos cuidados desse Comitê, não constando, portanto, na fila de petições que aguardam análise da Anvisa, mas sim como “Encaminhado para avaliação da Câmara Técnica”.
Em relação aos Produtos Formulados Equivalente – PFE não aptos com base em Produto Técnico – PT não analisado, o número registrado foi de 423 petições.Neste caso, as petições somente estarão aptas para análise pela Anvisa quando tiverem seus PTs deferidos. Enquanto isso não ocorrer, eles permanecem com análise sobrestada. Ao realizar a consulta desse tipo de pleito, consta a situação “Análise Sobrestada”.
O gráfico abaixo inclui, também, o número atualizado em janeiro/2016 de petições por tipo de fila, permitindo acompanhar a dinâmica da distribuição das filas após a Anvisa ter realizado o mapeamento e saneamento dos processos que estavam com status desatualizado no sistema Datavisa.
Assim, mais uma vez destacamos que tal medida faz parte de um conjunto de ações que a GGTOX vem implementando com o intuito de melhorar seus processos de trabalho e, principalmente os serviços prestados. Essa metodologia confere maior transparência em relação ao número de petições protocoladas por processo de trabalho, além de delimitar de maneira estratificada quais os respectivos momentos processuais (status). Por fim, forneceu importantes subsídios para definição de prioridades de ações na GGTOX.

Bio-Manguinhos promoverá III Simpósio Internacional em Imunobiológicos

De 2 a 5 de maio, em comemoração aos seus 40 anos, Bio-Manguinhos reunirá grandes nomes nacionais e internacionais para discutir inovação, pesquisa e desenvolvimento de vacinas, reativos para diagnóstico e biofármacos, além de outros temas estratégicos. O objetivo é criar um ambiente favorável à inovação e aperfeiçoamento e qualificação de estudantes, professores e pesquisadores.

As inscrições para participação no III Simpósio Internacional de Imunobiológicos estarão abertas de 1º de fevereiro até o término das vagas. A submissão dos resumos será de 1º a 29 de fevereiro de 2016. O seminário contará, no primeiro dia, com workshops, mesa de abertura e uma palestra com Michael Clark, consultor da Aliança GAVI.

Já nos outros três dias, a programação científica será composta por 11 palestras, 20 apresentações orais de pôsteres e debates sobre vacinas, biofármacos, reativos, gestão e ciência da fronteira. Conheça aqui as regras de submissão de resumos e algumas dicas de elaboração.

Acesse o hotsite em: http://simposio.bio.fiocruz.br


Assessoria de Comunicação | Bio-Manguinhos | Fiocruz
Coordenação: Renata Ribeiro

Leia esta e outras notícias no Portal Fiocruz e no site Bio: www.bio.fiocruz.br   
Envie sua sugestão ou comentários: ascom@bio.fiocruz.br | tel: 55 (21) 3882-9583/9537

Inscrições de concurso nacional da Ebserh terminam nesta terça

A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) encerra nesta terça-feira (26) as inscrições para concurso nacional. A seleção oferece 951 vagas em 27 hospitais universitários federais, das quais 837 são para a área médica, 93 para assistencial e 21 para administrativa. Os salários chegam a até R$ 12.375.

As inscrições devem ser feitas pela internet, no site do Instituto AOCP, banca responsável pelo certame. As taxas são de R$ 60 (nível médio), R$ 120 (médicos) e de R$ 80 (nível superior). A prova será no dia 21 de fevereiro.

Os candidatos aprovados no concurso público que ingressarem no quadro permanente da Ebserh serão contratados sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e terão direito ao plano de cargos, carreiras e salários, além do plano de benefícios da empresa.


Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social da Ebserh

Presidente da Fiocruz é nomeado para grupo da ONU

O presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Paulo Gadelha, foi designado um dos dez membros de um grupo das Organização das Nações Unidas (ONU) focado em aprimorar a criação e o uso de tecnologias para a promoção do desenvolvimento sustentável nos próximos 15 anos. A iniciativa, denominada Mecanismo de Facilitação Tecnológica (TFM), reúne representantes da sociedade civil, do setor privado e da comunidade científica. O mecanismo participará da organização de um fórum multissetorial sobre ciência, tecnologia e inovação, além de apoiar o desenvolvimento de uma plataforma online sobre desenvolvimento sustentável e inovação.

O anúncio foi realizado no dia 6 de janeiro pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon. A criação do mecanismo está prevista em um documento intitulado Transformando nosso mundo: Agenda para o desenvolvimento sustentável 2030, adotado na 3ª Convenção Internacional de Financiamento para o Desenvolvimento, ocorrida em setembro em Addis Ababa, na Etiópia.

De acordo com o termo de referência do Mecanismo, seus membros deverão providenciar ideias, recomendações e orientações a uma força-tarefa interagências da ONU. A composição do mecanismo foi estabelecida de modo a refletir equilíbrio geográfico e garantir variedade interdisciplinar, abrangendo todos os aspectos da Agenda 2030. Os membros do Mecanismo cumprirão mandatos de dois anos e deverão se encontrar ao menos uma vez por ano. Mais de 250 indicações foram consideradas para a definição da lista final.

Fonte: André Costa/ Agência Fiocruz de Notícias

56% dos profissionais brasileiros vão continuar no Mais Médicos

Mais de 1.200 profissionais permanecerão no Programa mesmo após completarem o período que garante o bônus na residência. Cerca de 13 mil brasileiros disputam as vagas restantes e têm até quarta-feira (27) para escolher os municípios de preferência


O interesse dos profissionais brasileiros no Programa Mais Médicos se mantém. Prova disso é a ampla adesão à permanência no Programa por parte dos médicos que concluem, agora nos meses de janeiro e fevereiro, um ano de atuação – período que garante a bonificação de 10% em exames para ingresso em residência médica. Dos 2.246 profissionais aptos a utilizar o bônus, 1.266 (56%) vão permanecer na mesma vaga por até mais três anos. Já os 1.173 postos restantes serão disputados pelos 12.791 médicos brasileiros com registro no país inscritos neste edital, que devem indicar as opções de cidades até esta quarta-feira (27).


O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Hêider Pinto, enfatiza a relevância desse grande número de brasileiros interessados em continuar no Mais Médicos. “Isso reforça o que os dados e pesquisas já vinham indicando: os médicos brasileiros não só estão aprovando o Programa, como estão vendo nele uma boa oportunidade de aprendizado e atuação na Atenção Básica”, declara o secretário. “É possível que vários deles nem viessem a ter contato com a Atenção Básica se o Mais Médicos não tivesse sido criado. É assim que estamos começando uma mudança no perfil dos médicos no país”, completa.

SELEÇÃO –No total, 12.791 médicos tiveram a inscrição deferida para concorrer as vagas em 649 municípios. Entre eles, 10.652 optaram por participar na modalidade com duração de um ano e bonificação de 10% em provas de residências, enquanto 2.139 escolheram ingressar para permanecer três anos com auxílios moradia e alimentação, pagos pelas prefeituras. Essa alta adesão de médicos brasileiros mantém a tendência dos editais anteriores, gerando uma concorrência de quase 11 candidatos por vaga.

O próximo passo para os médicos inscritos é optar por municípios a partir desta segunda-feira (25), no sistema do Programa Mais Médicos. O prazo para escolha vai até esta quarta-feira (27). Cada profissional deve selecionar quatro cidades, em ordem de preferência. Os médicos disputarão somente com aqueles que optarem pelas mesmas cidades, e quem não conseguir alocação terá acesso às vagas remanescentes em outra oportunidade, prevista para fevereiro. Caso nem todas as vagas sejam todas preenchidas após as duas chamadas para brasileiros com CRM Brasil, o edital será aberto a brasileiros que se formaram no exterior e, em seguida, a profissionais estrangeiros.

Para a classificação na concorrência das vagas foram estabelecidas as mesmas regras adotadas nos editais anteriores, nesta ordem: ter título de Especialista em Medicina de Família e Comunidade; ter experiência comprovada na Estratégia Saúde da Família; ou ter participado do Programa de Educação pelo Trabalho – PET (Vigilância, Saúde, Saúde da Família e Saúde Indígena) ou do VER-SUS. Como critérios de desempate serão considerados a maior proximidade entre o município desejado e o de nascimento, e ter maior idade.

REPOSIÇÃO – O Ministério da Saúde garante a reposição constante de todas as desistências, por meio de editais trimestrais para preenchimento dessas vagas. No primeiro edital de reposição, lançado em julho de 2015, foram ofertadas 276 vagas, e no segundo, em outubro, 326. Todas as vagas foram ocupadas por médicos com CRM Brasil.

No primeiro chamamento de 2015, os médicos brasileiros ou brasileiros graduados no exterior preencheram todas as 4.139 oportunidades oferecidas. Com a expansão, o programa conta com 18.240 vagas autorizadas em 4.058 municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), levando assistência para cerca de 63 milhões de pessoas.

SOBRE O PROGRAMA – Criado em 2013, o Programa Mais Médicos ampliou à assistência na Atenção Básica levando médicos às regiões com carência de profissionais. Além do provimento emergencial de médicos, a iniciativa prevê ações voltadas à infraestrutura e à reestruturação da formação médica no país.

No eixo de infraestrutura, o Governo Federal está investindo na expansão da rede de saúde. São mais de R$ 5 bilhões para o financiamento de construções, ampliações e reformas de 26 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Já as medidas relativas à expansão e reestruturação da formação médica no país, que compõem o terceiro eixo do programa, preveem a criação, até 2017, de 11,5 mil novas vagas de graduação em medicina e 12,4 mil vagas de residência médica para formação de especialistas com o foco na valorização da Atenção Básica e outras áreas prioritárias para o SUS. Destas, já foram autorizadas 5.849 vagas de graduação e 7.782 vagas de residência.

Por Priscila Silva, da Agência Saúde

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Fábrica de parceira russa do Tecpar é certificada pela Anvisa para produzir medicamento para câncer

Parceira do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) para produzir o Bevacizumabe, a empresa russa Biocad teve sua fábrica na Rússia certificada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em Boas Práticas de Fabricação (BPF), passo importante para o processo de transferência de tecnologia da companhia para o instituto. A previsão é que o Tecpar comece a produzir o medicamento em 2018.

Recentemente, a Biocad já havia recebido do Ministério da Saúde russo a autorização para comercializar, já em 2016, o medicamento que é recomendado para o tratamento de diversos tipos de câncer e degeneração macular.

O Tecpar vai produzir o biológico em Maringá a partir de 2018 junto com a Biocad, com a qual atua em uma Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), mecanismo utilizado pelo Ministério da Saúde para que laboratórios públicos produzam no país, em parceria com empresas privadas, medicamentos hoje importados.

De acordo com o diretor-presidente do Tecpar, Júlio C. Felix, tanto a autorização do Ministério da Saúde da Rússia quanto a certificação pela Anvisa são importantes para acelerar a transferência de tecnologia para o Paraná. “A aprovação da fábrica na Rússia pela Anvisa é um dos requisitos para que a transferência da tecnologia de produção do Bevacizumabe seja feita ao Tecpar. Essa aprovação mostra que se a empresa consegue produzir lá, pode também produzir em conjunto com o instituto aqui”, salienta.

Além do Bevacizumabe, cuja produção via PDP já está aprovada pelo ministério, o Tecpar concorre junto com a Biocad para fornecer ao Sistema Único de Saúde (SUS) os biológicos Adalimumabe e Infliximabe, medicamentos usados para tratamento de artrite reumatoide, psoríase e outras doenças crônicas. A parceria é formada com o consórcio Biocad Monoclonais, composto pela representante brasileira da empresa, a Biocad Brasil, e a indústria farmacêutica Daudt, também brasileira.

Caso as PDPs do Tecpar sejam aprovadas pelo Ministério da Saúde, os dois produtos também devem ser comercializados a partir de 2018, na mesma planta do Bevacizumabe, em Maringá.

Produtos via PDP
Para se tornar o fornecedor oficial do Adalimumabe, o Tecpar concorre com outros seis laboratórios públicos. Já em relação ao Infliximabe, o Tecpar disputa com outras cinco instituições. O resultado da análise dos projetos pelo ministério deve ser divulgado ainda em janeiro.

Além do Adalimumabe e do Infliximabe, o Tecpar atualmente aguarda o resultado de outras três propostas de projetos para a produção de medicamentos, como a Somatropina, um hormônio de crescimento, com a alemã Merck, o Salbutamol, medicamento para a asma, com a britânica GSK, e produtos para a saúde como aparelho auditivo retroauricular e intra-aural, com a suíça Sonova/Phonak.

Inscrições abertas para curso em saúde para técnicos de farmácia

Estão abertas, até o dia 16 de fevereiro de 2016, as inscrições para o curso de formação continuada em saúde para técnicos de farmácia dos serviços farmacêuticos na atenção primária da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS/RJ). A formação, oferecida pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp) em parceria com a SMS/RJ, tem até 30 vagas disponíveis.
Objetivo do curso
Capacitar profissionais de nível médio com atuação como técnicos nos serviços farmacêuticos da atenção primária do município do Rio de Janeiro para:
• Realizar a entrega ambulatorial de medicamentos com responsabilidade e apoiando a dispensação de medicamentos pelo farmacêutico;
• Realizar a gestão de estoques de medicamentos, o que inclui o recebimento e conferencia, atualização das informações e reposição dos estoques internos da unidade de saúde;
• Interagir com os usuários dos serviços farmacêuticos de forma humanizada, apoiando-os em suas dificuldades quanto aos medicamentos;
• Auxiliar os farmacêuticos em questões da interface entre a segurança dos pacientes e o uso de medicamentos;
• Identificar as principais características dos medicamentos em suas implicações quanto a aspectos clínicos e de acesso.
O curso inicia no dia 5 de abril e termina dia 7 de junho deste ano. Com carga horaria de 80 horas, o curso será ministrado uma vez por semana (8 horas de aula) todas as terças-feiras, em 10 encontros de 9h às 17h. O local das aulas será informado posteriormente para os candidatos selecionados.
Serviço
Inscrição: até 16/2/2016
Público-alvo: profissionais de nível médio com atuação como técnico de farmácia nos serviços farmacêuticos da atenção primária na Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS/RJ)
Como se inscrever: os candidatos deverão preencher o formulário disponível na Plataforma SIGAEPS, o qual deverá ser impresso, assinado e encaminhado, via Correios por SEDEX (Informar no envelope: “Inscrição – CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA EM SAÚDE PARA TÉCNICOS DE FARMÁCIA DOS SERVIÇOS FARMACÊUTICOS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA DA SMS-RJ”), juntamente com os documentos listados abaixo:
- Formulário Eletrônico de Inscrição assinado;

- Curriculum vitae atualizado;
- Carta de Intenção elaborada pelo candidato, redigida em até 3.000 caracteres com espaços, letra Arial 11, espaçamento entre linhas 1,5, papel formato A4. Esta narrativa tem por objetivo conhecer as experiências e expectativas do candidato e compreender sua inserção na intenção primária em Saúde;
- Carta de Liberação da instituição de origem, em papel timbrado e mencionando a unidade de saúde do candidato, na qual fique claro o interesse institucional, através de sua chefia imediata em indicar e liberar o candidato, conforme Anexo do Edital.
- Comprovação do vínculo (fotocópia do contracheque, contrato ou carteira de trabalho)

Cronograma
tabela-fiocruz-cronograma
O cronograma poderá sofrer alterações no decorrer do curso, as quais serão publicadas no site www.sigals.fiocruz.br
Para mais informações, acesse o edital.

Texto: Fiocruz
Edição: Comunicação Interna/ASCOM/GM/MS

Site destaca redução de prazo de análise pela Anvisa


O site da empresa internacional de consultoria Emergo deu destaque, em sua seção de notícias, ao trabalho realizado pela Anvisa na área de produtos para a Saúde. Na nota dedicada ao desempenho da agência é citado que, no ano de 2015, os prazos de análise de processos de produtos para a saúde melhoraram significativamente, havendo cumprimento integral dos compromissos assumidos pela Anvisa nas metas do Contrato de Gestão e de Desempenho Institucional relacionados ao setor.

Segundo o site da Emergo, aprimoramentos normativos e revisões em processos de trabalho foram primordiais para a malhoria dos resultados por parte da Anvisa. A Emergo dá consultoria para empresas que atuam na área de equipamentos médicos.

Mais informações no endereço: http://migre.me/sKsFE

Anvisa determina apreensão de lote de medicamento falsificado

A Anvisa determinou a apreensão e a inutilização do lote 1704 do medicamento genérico Succinato sódico de cloranfenicol 1g, pó liófilo para solução injetável intravenosa.
O antibiótico apreendido é indicado contra vários tipos de infecções causadas por bactérias.
Tanto o lote 1704 fabricado em julho de 2013, com validade até julho de 2015 como o lote 1704 com data de fabricação em julho de 2014 com validade até julho de 2016, são desconhecidos pela empresa Novafarma Indústria Farmacêutica Ltda., que possui o registro do produto.
O lote citado é uma falsificação do medicamento, já que a empresa desconhece a existência do mesmo.
A medida está na Resolução 211/2016, publicada segunda-feira  (25/1), no Diário Oficial da União (DOU).

Estudo do Tecpar aponta grupos de pesquisa no Paraná para o combate do Aedes Aegypti

Frente à epidemia de dengue que se alastra pelo Brasil, um levantamento realizado pelo Tecpar Informação, unidade do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) responsável por estudos estratégicos, aponta que o Paraná tem 22 pesquisadores em oito grupos de pesquisas relacionados ao mosquito Aedes Aegypti.

O estudo foi realizado após um pedido feito pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que convocou, no início do mês, representantes das secretarias estaduais de ciência e tecnologia de todo o país para levantar as competências de cada unidade da federação para o combate do Aedes Aegypti.

O estudo, coordenado pelo gerente do Tecpar Informação, Rogério Oliveira, e realizado pela sua equipe, mostra que a maioria dos pesquisadores atua em grupos de pesquisa em universidades, como a Universidade Federal do Paraná (UFPR), a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e a Universidade Estadual de Londrina (UEL).
Os oito grupos de pesquisa identificados pelo estudo do Tecpar Informação estão em áreas sensíveis para o combate e diagnóstico das doenças causadas pelo mosquito transmissor, como um que analisa a resistência a inseticidas e outros que avalia as interações entre o clima e as doenças, por exemplo.

Para o diretor de Desenvolvimento Tecnológico, Reginaldo Joaquim de Souza, o estudo, correalizado com a Fundação Araucária, vai ajudar o MCTI a definir ações para o combate e diagnóstico do mosquito AedesAegypti. “Usamos nossa competência em realizar estudos estratégicos, através da ferramenta de Vigilância Tecnológica, para dar subsídios ao ministério ao combate das doenças causadas pelo mosquito. Além disso, o Tecpar, como centro de pesquisa e desenvolvimento, atua em várias frentes para trazer benefícios para a sociedade brasileira”, pontua.

Dengue
Desde agosto do ano passado, 2.203 casos de dengue já foram registrados no Estado. Até o momento, a doença atinge 109 municípios paranaenses, sendo que sete enfrentam situação de epidemia. São eles: Paranaguá, Mamborê, Cambará, Munhoz de Mello, Santa Isabel do Ivaí, Itambaracá e Guaraci.

Outras nove cidades estão em estado de alerta devido à alta incidência de casos e também podem entrar em epidemia: Assaí, Santo Antônio do Paraíso, Jataizinho, Nova Aliança do Ivaí, Atalaia, Rancho Alegre, Foz do Iguaçu, Mandaguari e Ibiporã.

Linha do tempo: Vírus Zika e casos de microcefalia

linha do tempo abreDesde que recebeu a notificação de um número atípico de bebês com microcefalia no estado de Pernambuco, o Ministério da Saúde tem concentrado esforços nas investigações dos casos. Da notificação até hoje, várias ações já foram realizadas, inclusive a confirmação da relação entre os casos de microcefalia e a infecção do Zika Vírus durante a gestação. O Ministério atua de forma integrada com as secretarias estaduais e municipais de saúde e conta com o apoio de instituições nacionais e internacionais.
Confira a linha do tempo das ações do Ministério da Saúde e as ações de destaque nestes quase três meses de investigações e pesquisas.
linha do tempo22 de outubro
Notificação e investigação dos casos de microcefalia em Pernambuco
Imediatamente após a notificação, uma Equipe de Resposta Rápida às Emergências em Saúde Pública do Ministério da Saúde - formada inicialmente por seis profissionais epidemiologistas – viajou para Recife para apoiar as Secretarias de Saúde do estado e dos municípios nas investigações de campo. O fato também foi comunicado à Organização Mundial de Saúde e Organização Pan-americana de Saúde, conforme os protocolos internacionais de notificações de doenças.
26 de outubro
Ministério da Saúde envia equipe para acompanhar a investigação dos casos no estado de Pernambuco. E a situação foi comunicada à Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e Organização Mundial de Saúde (OMS).
10 de novembro
Ativação do Centro de Operações de Emergência em Saúde (COES)
O Ministério da Saúde ativou o Centro de Operações de Emergência em Saúde (COES), em Brasília. Um mecanismo de gestão de crise, que reúne as diversas áreas para determinar resposta ao evento de forma que o assunto seja tratado como prioridade.
11 de novembro
Situação de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional 
Diante da situação, o Ministério da Saúde declarou Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional para dar maior agilidade às investigações. O mecanismo está previsto em lei para casos de emergências em saúde pública que demandem medidas urgentes de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública.
13 de novembro
Primeiras orientações às gestantes
Para o início imediato da prevenção, o Ministério da Saúde lançou uma série de recomendações para as gestantes a fim de diminuir as infecções com o Vírus Zika. 
Confira as orientações na matéria do Blog da Saúde (http://www.blog.saude.gov.br/agenda-ms/50345-orientacoes-as-gestantes-sobre-os-casos-de-microcefalia)
17 novembro
Boletim Epidemiológico de Microcefalia passa a ser divulgado semanalmente pelo Ministério da Saúde.
Divulgado o primeiro boletim epidemiológico sobre microcefalia. Até aquele momento, haviam sido notificados 399 casos da doença em recém-nascidos de sete estados da região Nordeste.
18 de novembro
Formulário online notificação imediata das secretarias de saúde
Para aumentar a eficiência da notificação dos casos de microcefalia foi disponibilizado um formulário online para o uso dos gestores e profissionais de saúde de cada estado. Foi acionado o Grupo Estratégico Interministerial de Emergência em saúde Pública de Importância Nacional e Internacional
28 de novembro
Confirmação da relação entre o vírus Zika e a microcefalia
Um exame em um bebê que faleceu pouco após o nascimento no Ceará com microcefalia e outras malformações congênitas confirmou a relação entre o vírus Zika e o surto de microcefalia. O Instituto Evandro Chagas identificou em amostras de sangue e tecidos a presença do vírus Zika. Foi uma descoberta inédita na pesquisa científica mundial e fundamental para dar continuidade aos esclarecimentos sobre questões como a transmissão desse agente, a sua atuação no organismo humano, a infecção do feto e período de maior vulnerabilidade para a gestante.
04 de dezembro
Chegada das Forças Armadas em Pernambuco
05 de dezembro
Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia
O Plano criado pelo Grupo Estratégico Interministerial de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional e Internacional (GEI-ESPII), envolve 19 órgãos e entidades e abrange três eixos: Mobilização e Combate ao Mosquito; Atendimento às Pessoas; e Desenvolvimento Tecnológico, Educação e Pesquisa. Essas medidas emergenciais foram colocadas em prática para intensificar as ações de combate ao mosquito.
08 de dezembro
Protocolo emergencial de vigilância e resposta aos casos de microcefalia relacionados à infecção pelo Zika
Foi lançado o protocolo emergencial de vigilância e resposta aos casos de microcefalia relacionados à infecção pelo Zika com o objetivo de passar informações, orientações técnicas e diretrizes aos profissionais de saúde e equipes de vigilância. O protocolo orienta a definição de casos suspeitos de microcefalia durante a gestação, caso suspeito durante o parto ou após o nascimento, critérios para exclusão de casos suspeitos, sistema de notificação e investigação laboratorial. 
09 de dezembro
Reunião da presidenta Dilma Rousseff com os governadores.
11 de dezembro
Envio de larvicida para os estados
O Ministério da Saúde enviou larvicida aos estados do Nordeste e Sudeste em quantidade suficiente para tratar um volume de água equivalente a 3.560 piscinas olímpicas. As 17.9 toneladas do produto utilizado para eliminar as larvas do mosquito Aedes aegypti são suficientes para proteger 8.9 bilhões de litros de água. O larvicida é utilizado quando não é possível eliminar o foco de água parada, local de reprodução do mosquito.
Início das atividades da Sala Nacional de Coordenação e Controle
14 de dezembro
Protocolo de Atenção à Saúde e Resposta à Ocorrência de Microcefalia Relacionada à Infecção pelo Vírus Zika
O Ministério da Saúde lançou o Protocolo de Atenção à Saúde e Resposta à Ocorrência de Microcefalia Relacionada à Infecção pelo Vírus Zika, que orienta o atendimento desde o pré-natal até o desenvolvimento da criança com microcefalia, em todo o País. O principal objetivo do Protocolo é orientar as ações para a atenção às mulheres em idade fértil, gestantes e puérperas, submetidas ao vírus Zika, e aos nascidos com microcefalia. 
17 de dezembro
Esclarecimento de boatos da internet
Para esclarecer os boatos que circularam nas redes sociais, nos aplicativos de bate-papo e informar a população, o Ministério da Saúde intensificou as ações redes. Confira a matéria publicada no Portal Saúde (http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/21291-ministerio-esclarece-boatos-sobre-virus-zika).
18 de dezembro
16 laboratórios em funcionamento para diagnostico Zika
O Ministério da Saúde capacitou 11 laboratórios públicos para realizar o diagnóstico de Zika, além das cinco unidades referência no Brasil que já realizavam este tipo de exame. Totalizando 16 centros com o conhecimento para fazer o teste.
07 de janeiro
Reforço no combate ao Aedes aegypti no Mato Grosso do Sul
Foram reforçadas, no Mato Grosso do Sul, as ações de combate ao Aedes aegypti. O Plano Emergencial de Vigilância do Combate ao Aedes aegypti no Estado do Mato Grosso do Sul previa um levantamento de focos do mosquito por região. O levantamento foi nserido no sistema e-Endemias do estado, e as informações - como dados de procedimentos de combate, controle, prevenção e redução do índice de infestação do mosquito -, serviram para nortear as ações que serão desenvolvidas em cada município.
08 de janeiro
Plano Emergencial de Enfrentamento às doenças transmitidas pelo Aedes aegypti é lançado no Maranhão
O estado do Maranhão lançou o Plano Emergencial de Enfrentamento às doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Com objetivo de fortalecer a rede de assistência à saúde para o enfrentamento da dengue, chikungunya e Zika. O plano estadual visou programar ações e metas com a finalidade de interromper em curto prazo a transmissão das doenças por meio do controle do vetor.
13 de janeiro
Lançamento das diretrizes para estimulação precoce de bebês com microcefalia
O Ministério da Saúde disponibilizou, a todos os profissionais e gestores do país, as Diretrizes de Estimulação Precoce: Crianças de 0 a 3 anos com atraso no desenvolvimento neuropsicomotor decorrente de microcefalia. São orientações aos profissionais das equipes da Atenção Básica e Atenção Especializada para a estimulação precoce. O conteúdo é direcionado às crianças com microcefalia, podendo ser aplicado ainda a outras condições ou agravos de saúde que interfiram no desenvolvimento neuropsicomotor.
15 de janeiro
Governo federal destina R$ 500 milhões extras para combate ao Aedes aegypti e a microcefalia
A presidenta Dilma Rousseff sancionou recurso de R$ 1,27 bilhão para o desenvolvimento das ações de vigilância em saúde, incluindo o combate ao mosquito Aedes aegypti, em 2016. A este montante será adicionado R$ 600 milhões destinados à Assistência Financeira Complementar da União para os Agentes de Combate às Endemias. Para intensificar as ações e medidas de vigilância, prevenção e controle da dengue, febre chikungunya e Zika também foi aprovado R$ 500 milhões extras, sobretudo, por conta da situação de emergência em saúde pública de importância nacional que o país vive.
16 de janeiro
Ministério da Saúde encomendou 500 mil testes para diagnóstico de zika, chikungunya e dengue
Fonte: Blog da Saúde